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25/11/2025

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Da Cimeira UA-UE para as Prateleiras do Mundo: A Identidade do "Feito em Angola" Começa Aqui

Os olhos do mundo estão postos na cooperação entre África e a Europa. Enquanto Chefes de Estado, a Comissária da União Europeia e o Secretário-geral da ONU debatem o futuro das relações diplomáticas, há uma revolução silenciosa que precisa de acontecer nas plataformas de produção: a identificação inequívoca do produto angolano.

Neste momento solene, onde se discutem acordos comerciais e a livre circulação de bens, surge uma verdade inegável para o empresário nacional: um produto sem identidade não cruza fronteiras.

No âmbito da Angola Códigos de Barras (membro da International Barcodes Network - IBN), queremos lançar um desafio aos produtores nacionais. A diplomacia abre as portas, mas é o Código de Barras que garante a entrada.

1. Não Espere Pelo Futuro, Exporte Agora
Existe um mito paralisante no nosso mercado: a ideia de que devemos esperar pela implementação total de um prefixo local exclusivo para começar a codificar os nossos produtos. Isto é um erro estratégico.

O comércio internacional não espera. Os supermercados na Europa, em África e as plataformas de e-commerce globais exigem uma única coisa: um código de barras legítimo, único e verificável globalmente. Através da Angola Códigos de Barras, o seu produto adquire hoje um passaporte válido para circular em qualquer lugar do mundo. Independentemente de Angola estar a consolidar as suas estruturas locais, os códigos da International Barcodes Network são a solução imediata, segura e vitalícia para que não perca vendas.

2. Desmistificando o Código: O Que Ele Realmente Diz?
Aproveitamos esta "Cimeira de Ideias" para educar o mercado sobre uma das maiores falácias do retalho:
"O código de barras diz tudo sobre o produto: preço, validade e ingredientes."

Falso. O código de barras não é uma enciclopédia; é uma matrícula. As barras pretas e brancas representam apenas uma sequência numérica única (GTIN). Quando o leitor do supermercado "activa" o seu produto, ele consulta uma base de dados (o sistema do computador) que associa aquele número ao nome "Fuba de Bombó", ao preço e ao stock.

O que isto significa para si? Significa que a tecnologia é mais simples do que parece. Você adquire o código, regista-o e ele torna-se a identidade digital da sua marca. Sem taxas de renovação anuais excessivas, sem burocracia complexa.

3. A União Europeia Exige Rastreabilidade
Com a presença de altos dignitários europeus e do Secretário-geral da ONU, o foco na qualidade e segurança alimentar é máximo. Para que o mel, o café, o granito ou as bebidas de Angola entrem na Europa, eles precisam de falar a "língua universal do comércio".
Um código de barras da Angola Códigos de Barras:
Profissionaliza a sua embalagem: Transforma um produto artesanal num produto industrial competitivo.

Facilita a Logística: Permite a gestão de stocks digitalizada.
Gera Confiança: Mostra ao comprador internacional que a sua empresa cumpre requisitos globais.

O Nosso Compromisso
Enquanto os líderes políticos assinam tratados, nós convidamos os empresários a assinarem o seu compromisso com o crescimento. Não deixe o seu produto "mudo" na prateleira. Dê-lhe uma voz digital.
Visite www.angolacodigosdebarras.com. O mundo está à espera do que é feito em Angola. Vamos codificar o sucesso nacional.








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21/11/2025

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Fergélica: Um Exemplo de Sucesso Empresarial Feminino em Angola

Angélica Rafael lidera projeto inovador que combina responsabilidade social e excelência operacional
A empresária angolana Angélica Rafael, CEO da Fergélica e promotora de eventos de destaque, está a fazer a diferença no panorama empresarial do país através de um projeto ambicioso que visa combater o desemprego feminino. De acordo com declarações recentes, a iniciativa procura ajudar mulheres desempregadas a encontrarem oportunidades de inserção no mercado de trabalho, contribuindo assim para a redução das estatísticas alarmantes de desemprego no país.

Celebrando a Independência com Impacto Social
O projeto enquadra-se nas celebrações dos 50 anos da Independência de Angola, assinalados no passado dia 11 de Novembro, e conta com a parceria estratégica do INAPEM (Instituto Nacional de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas), oferecendo formações gratuitas às beneficiárias.

Excelência Também nos Detalhes
O sucesso da Fergélica não se limita apenas às suas iniciativas sociais. A empresa demonstra o seu compromisso com a excelência operacional em todos os aspectos do negócio, incluindo a adoção de padrões internacionais de qualidade. Os produtos da Fergélica utilizam códigos de barras adquiridos através da IBN - International Barcodes Network, por intermédio da plataforma www.angolacodigosdebarras.com, garantindo assim conformidade com os padrões globais de identificação de produtos e facilitando a inserção no mercado nacional e internacional.

Um Modelo a Seguir
A trajetória de Angélica Rafael serve de inspiração para outras mulheres empresárias angolanas. O seu exemplo demonstra que é possível construir um negócio de sucesso enquanto se contribui ativamente para o desenvolvimento social do país.

Conselhos para Empresárias Emergentes:
1. Adotem padrões de qualidade internacional - Tal como a Fergélica, invistam em sistemas reconhecidos globalmente, como códigos de barras certificados, que conferem credibilidade e profissionalismo aos vossos produtos.
2. Combinem lucro com propósito - O sucesso empresarial não precisa de ser exclusivamente financeiro. Projetos com impacto social fortalecem a marca e criam conexões autênticas com a comunidade.
3. Busquem parcerias estratégicas - A colaboração com instituições como o INAPEM pode potencializar o alcance das vossas iniciativas e abrir novas oportunidades.
4. Invistam na formalização do negócio - Detalhes como códigos de barras certificados, disponíveis através de www.angolacodigosdebarras.com, demonstram profissionalismo e facilitam a distribuição dos produtos.
5. Sejam persistentes e visionárias - O caminho do empreendedorismo feminino em Angola ainda apresenta desafios, mas exemplos como o da Fergélica provam que é possível superá-los com determinação e visão estratégica.

Conclusão
A Fergélica, sob a liderança de Angélica Rafael, representa um modelo de como as empresas angolanas podem crescer de forma sustentável, mantendo o compromisso com a responsabilidade social e a excelência operacional. Ao adotar ferramentas profissionais como os códigos de barras internacionais da IBN e ao investir no empoderamento feminino, a empresa traça um caminho que outras empreendedoras podem e devem seguir, sem necessariamente ser negócio que use códigos de barras.
O futuro do empreendedorismo feminino em Angola é promissor, e mulheres como Angélica Rafael estão a pavimentar o caminho para as próximas gerações de empresárias de sucesso.
Para mais informações sobre códigos de barras certificados internacionalmente, visite www.angolacodigosdebarras.com

AGT Identifica Irregularidades em 261 Softwares de Facturação: Quando Gigantes Tecnológicos Falham nos Requisitos Locais...
04/11/2025

AGT Identifica Irregularidades em 261 Softwares de Facturação: Quando Gigantes Tecnológicos Falham nos Requisitos Locais
Um Alerta para Produtores e Contribuintes
A Administração Geral Tributária (AGT) emitiu, no passado dia 29 de Agosto de 2025, um comunicado que surpreendeu o mercado angolano de tecnologia empresarial. Foram identificados 261 softwares de facturação que não observam as regras e requisitos técnicos estabelecidos para a correcta geração e submissão dos ficheiros SAF-T(AO) .

O que mais chama a atenção nesta lista não são apenas os números, mas os nomes que nela figuram. Sistemas de empresas multinacionais de reputação global consolidada aparecem ao lado de soluções locais, levantando questões pertinentes sobre onde reside exactamente o problema: nos requisitos estabelecidos pela AGT ou na implementação das soluções tecnológicas?

Gigantes Tecnológicos na Lista de Irregularidades
Entre os 261 softwares identificados, encontram-se nomes que dominam o mercado global de soluções empresariais:
SAP, líder mundial em sistemas ERP, aparece com três produtos: SAP S/4HANA (certificado 102/AGT/2019), SAP Business Suite ERP (certificado 103/AGT/2019) e SAP Business One (certificado 96/AGT/2019). Estes são sistemas utilizados por milhares de empresas multinacionais em todo o mundo, com processos de conformidade rigorosos em dezenas de jurisdições.

Oracle, outra gigante tecnológica, tem múltiplas soluções na lista: Oracle JD Edwards (certificado 154/AGT/2019), Oracle/JDEdwards EnterpriseOne (certificados 167/AGT/2019 e 498/AGT/2024), Oracle Billing & Revenue Management (certificado 342/AGT/2022) e Oracle Hospitality Opera Property Management System (certificado 343/AGT/2022).

Microsoft Dynamics, através de diferentes implementações, também figura na lista: Microsoft Dynamics AX (certificado 223/AGT/2019), NAV/BC Localization Module for Angola (certificado 18/AGT/2019) e Angola Localization Pack for LSRETAIL on Microsoft Dynamics NAV (certificado 19/AGT/2019).
Juntam-se a estes nomes outras soluções empresariais reconhecidas internacionalmente, como PRIMAVERA ERP (certificado 41/AGT/2019), Sage 200 Evolution e Addon SAGE EM X3 Local Angola (certificados 91/AGT/2019 e 89/AGT/2019), Odoo em diversas implementações, PHC CS e PHC GO, entre outros.

A Questão Central: Onde Está o Problema?
A presença destas soluções empresariais consolidadas na lista de irregularidades levanta questões que merecem reflexão profunda e profissional:

Será uma Questão de Requisitos Técnicos?
Os requisitos estabelecidos pelo Decreto Presidencial n.º 312/18 e pelo Decreto Executivo 74/19 são específicos para a realidade angolana. É possível que algumas especificidades técnicas do SAF-T angolano divirjam de padrões internacionais ou de implementações similares noutros países lusófonos, criando desafios de adaptação mesmo para sistemas robustos e comprovados globalmente.

As empresas produtoras de software, especialmente as multinacionais, trabalham com múltiplas jurisdições simultaneamente. A particularidade dos requisitos angolanos pode exigir desenvolvimentos específicos que, por razões de priorização de recursos ou complexidade técnica, não foram completamente implementados ou testados.

Será uma Questão de Implementação Local?
Outro aspecto a considerar é a possibilidade de as irregularidades estarem relacionadas com a forma como estes sistemas foram implementados ou parametrizados localmente. Sistemas como SAP ou Oracle são altamente configuráveis, e a responsabilidade pela correcta parametrização muitas vezes recai sobre os parceiros de implementação locais ou sobre as próprias empresas utilizadoras.
Neste cenário, não se trataria de uma falha do software em si, mas da necessidade de ajustes nas configurações específicas para Angola, ou da falta de módulos de localização adequadamente desenvolvidos e testados.

Será uma Questão de Clareza Normativa?
Diplomaticamente, mas com a devida franqueza que a situação exige, é legítimo questionar se os requisitos técnicos estabelecidos pela AGT são suficientemente claros, tecnicamente viáveis e se foram adequadamente comunicados aos produtores de software. Se 261 sistemas certificados apresentam irregularidades, incluindo soluções de empresas com décadas de experiência em conformidade fiscal global, é possível que exista margem para melhorar a documentação técnica, os processos de validação ou os canais de comunicação entre a autoridade tributária e os produtores.

Um Alerta Necessário para Ambas as Partes
Para os Produtores de Software
O prazo de 15 dias estabelecido pela AGT é curto, mas reflecte a urgência da situação. Os produtores de software, independentemente da sua dimensão ou reputação internacional, devem:
1. Rever urgentemente os requisitos técnicos estabelecidos nos decretos mencionados
2. Testar exaustivamente a geração de ficheiros SAF-T em ambiente real angolano
3. Estabelecer canais directos com a AGT para esclarecimento de dúvidas técnicas
4. Investir em equipas locais com conhecimento profundo da legislação fiscal angolana
5. Priorizar a conformidade em Angola como mercado estratégico
Para a Administração Geral Tributária
Com o devido respeito institucional, mas na busca de um sistema fiscal mais eficiente, seria pertinente que a AGT considerasse:
1. Rever a clareza da documentação técnica disponibilizada aos produtores
2. Estabelecer um diálogo técnico mais próximo com as empresas de software
3. Avaliar se os requisitos são tecnicamente razoáveis e alinhados com boas práticas internacionais
4. Considerar prazos diferenciados para correcções de complexidade variável
5. Criar mecanismos de validação contínua antes da certificação final

O Caminho para a Conformidade
A AGT tomou uma medida acertada ao aceitar temporariamente os ficheiros emitidos por estes softwares, desde que submetidos dentro dos prazos legalmente estabelecidos. Esta é uma abordagem pragmática que protege os contribuintes de penalizações por problemas que não criaram.

Contudo, é fundamental que este período seja utilizado construtivamente por todas as partes envolvidas. A revogação de licenças após os 15 dias, embora necessária para garantir a integridade do sistema fiscal, deve ser acompanhada de mecanismos que permitam aos contribuintes migrar para soluções conformes sem prejuízos operacionais.

Responsabilidade Partilhada
Quando sistemas da SAP, Oracle e Microsoft - empresas que servem governos e grandes corporações em todo o mundo - apresentam irregularidades numa jurisdição específica, é tempo de todas as partes assumirem responsabilidades:

Os produtores devem reconhecer que cada mercado tem especificidades que exigem investimento dedicado, independentemente do sucesso global das suas soluções.
A autoridade tributária deve reconhecer que a conformidade técnica é um processo de colaboração, não de confrontação, especialmente quando envolve requisitos específicos que podem divergir de padrões internacionais.
Os contribuintes devem exigir dos seus fornecedores de software garantias claras de conformidade antes de implementar soluções, e manter-se informados sobre as suas obrigações fiscais.

Conclusão
Esta situação representa uma oportunidade única para modernizar e fortalecer o ecossistema de facturação electrónica em Angola. A transparência demonstrada pela AGT ao publicar a lista completa é louvável. Agora, é necessário que o diálogo técnico entre regulador e indústria se aprofunde, para que Angola possa ter um sistema fiscal digital robusto, apoiado por soluções tecnológicas verdadeiramente conformes.

O objectivo comum deve ser claro: um sistema fiscal moderno, transparente e eficiente, onde os requisitos são claros, as soluções são conformes, e os contribuintes podem operar com segurança jurídica.

Nota aos Contribuintes: Se utiliza algum dos softwares listados, contacte urgentemente o seu fornecedor para confirmar as acções correctivas em curso. A Central de Apoio ao Contribuinte da AGT está disponível pelo telefone (+244) 923 16 70 10 ou pelo email [email protected] para esclarecimentos adicionais ou fique preparado para deslocar-se à uma repartição fiscal, e ouvir: “Dirija-se à área de informática, onde vão lhe dar as informações.”
Chegado à área de informática colocará o seu nome numa folha para depois aguardar a sua vez e depois ouvir “esta questão é com a área de software, no prédio da “escon, no 7º Andar”. No prédio da “escon” vão dirigir-lhe à recepção. Quando expor a situação dar-lhe-ão um papelinho com as informações:
Progresso ou regresso?

TIIBS, Lda – Technology Consultants – Transformando Ideias em Soluções de Negócios
“Você Nunca Saberá Sem Orientação”
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06/10/2025

O Mito do Código de Barras Nacional: Uma Barreira Invisível ao Comércio Global
Luanda, Angola - Uma crença popular, mas incorreta, tem gerado confusão e potenciais entraves comerciais para empresas e consumidores: a ideia de que o código de barras de um produto indica o seu país de origem e, consequentemente, só pode ser utilizado nesse mercado. Este artigo visa desmistificar esta noção e alertar para a verdadeira natureza universal dos códigos de barras, uma ferramenta essencial para o comércio globalizado.

Contrariamente ao que muitos pensam, os primeiros dígitos de um código de barras, conhecidos como prefixo GS1, não revelam onde um produto foi fabricado. Em vez disso, eles indicam a localização da filial da GS1 onde a empresa que detém a marca do produto se registou. A GS1 é a organização global responsável pela criação e manutenção dos padrões de códigos de barras mais utilizados no mundo.

Isto significa que uma empresa sediada em Angola pode fabricar os seus produtos na África do Sul, registar a sua marca numa filial da GS1 na Europa e vender os seus produtos em qualquer parte do mundo, sem qualquer problema de leitura do código de barras. A função primordial do código de barras é fornecer uma identificação única para cada produto, permitindo um rastreamento eficiente ao longo da cadeia de abastecimento, desde o fabricante até ao consumidor final.

"O código de barras é uma linguagem universal de negócios", explica um especialista em logística e cadeia de abastecimento. "A sua beleza reside na sua simplicidade e interoperabilidade. Um scanner num supermercado em Lisboa consegue ler um código de barras de um produto angolano da mesma forma que um scanner em Nova Iorque. A ideia de restrição geográfica é um completo equívoco."

Reforço Local: A Presença da Angola Códigos de Barras
Para continuar a desmistificar este assunto no mercado angolano, é fundamental destacar a presença de entidades como a Angola Códigos de Barras. Esta organização faz parte da International Barcode Network (IBN), uma rede global de fornecedores de códigos de barras que opera em mais de 120 países. A IBN especializa-se em fornecer códigos de barras EAN e UPC que são parte do sistema GS1, mas com uma vantagem significativa: são vendidos por uma taxa única, sem as anuidades ou taxas de adesão exigidas por outras vias.

A existência da Angola Códigos de Barras demonstra, na prática, a natureza global destes códigos. Uma empresa angolana pode adquirir códigos de barras localmente através desta entidade e ter a certeza de que os seus produtos serão aceites em qualquer retalhista do mundo. Os códigos fornecidos pela rede IBN são de origem verificada dentro do sistema GS1 e a sua validade é internacional. Esta é mais uma prova de que a geografia do registo do código é irrelevante para a sua aceitação no ponto de venda.

As Consequências do Equívoco
A persistência do mito do "código nacional" pode ter consequências negativas. As empresas, especialmente as pequenas e médias que procuram expandir-se para mercados internacionais, podem sentir-se desnecessariamente compelidas a adquirir novos códigos para cada país, incorrendo em custos e burocracia desnecessários.

Para os consumidores, esta desinformação pode levar a decisões de compra baseadas em premissas falsas sobre a origem de um produto. A verdadeira origem é geralmente indicada na embalagem, através da menção "Produzido em" ou "Made in".

Padronização Global é a Chave
Seja através de um registo direto na GS1 ou através de membros de redes globais como a International Barcode Network, o sistema de códigos de barras é concebido para ser universal. Os sistemas de leitura em todo o planeta são programados para reconhecer os padrões da GS1, independentemente de onde ou como o código foi adquirido.

Em suma, é imperativo que empresários, exportadores, importadores e o público em geral compreendam que o código de barras é uma ferramenta de identificação global e não um passaporte que restringe a circulação de produtos. A sua origem de registo é uma mera formalidade administrativa que em nada impede a sua funcionalidade em qualquer canto do planeta. A desmistificação deste conceito é um passo importante para a promoção de um comércio mais fluido e informado a partir de Angola para o mundo.

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Interessante
06/10/2025

Interessante

O MITO ACERCA DOS CÓDIGOS GS1.

O Mito do Código de Barras Nacional: Uma Barreira Invisível ao Comércio Global

Luanda, Angola - Uma crença popular, mas incorreta, tem gerado confusão e potenciais entraves comerciais para empresas e consumidores: a ideia de que o código de barras de um produto indica o seu país de origem e, consequentemente, só pode ser utilizado nesse mercado. Este artigo visa desmistificar esta noção e alertar para a verdadeira natureza universal dos códigos de barras, uma ferramenta essencial para o comércio globalizado.

Contrariamente ao que muitos pensam, os primeiros dígitos de um código de barras, conhecidos como prefixo GS1, não revelam onde um produto foi fabricado. Em vez disso, eles indicam a localização da filial da GS1 onde a empresa que detém a marca do produto se registou. A GS1 é a organização global responsável pela criação e manutenção dos padrões de códigos de barras mais utilizados no mundo, incluindo os formatos EAN e UPC.

Isto significa que uma empresa sediada em Angola pode fabricar os seus produtos na África do Sul, registar a sua marca numa filial da GS1 na Europa e vender os seus produtos em qualquer parte do mundo, sem qualquer problema de leitura do código de barras. A função primordial do código de barras é fornecer uma identificação única para cada produto, permitindo um rastreamento eficiente ao longo da cadeia de abastecimento, desde o fabricante até ao consumidor final.

"O código de barras é uma linguagem universal de negócios", explica um especialista em logística e cadeia de abastecimento. "A sua beleza reside na sua simplicidade e interoperabilidade. Um scanner num supermercado em Lisboa consegue ler um código de barras de um produto angolano da mesma forma que um scanner em Nova Iorque. A ideia de restrição geográfica é um completo equívoco."

As Consequências do Equívoco

A persistência deste mito pode ter consequências negativas, tanto para as empresas como para os consumidores. As empresas, especialmente as pequenas e médias que procuram expandir-se para mercados internacionais, podem sentir-se desnecessariamente compelidas a adquirir novos códigos de barras para cada país de destino, incorrendo em custos e burocracia desnecessários.

Para os consumidores, esta desinformação pode levar a decisões de compra baseadas em premissas falsas sobre a origem de um produto, ignorando a complexidade da cadeia de produção global moderna. Um produto com um prefixo de um determinado país pode conter matérias-primas de várias outras nações e ter sido montado numa terceira. A verdadeira origem do produto é geralmente indicada na embalagem, através da menção "Produzido em" ou "Made in".

O Papel da GS1 e a Padronização Global

A organização GS1 desempenha um papel crucial na garantia desta interoperabilidade global. Ao atribuir prefixos de empresa únicos, a GS1 assegura que não haja duplicação de códigos de barras em todo o mundo. Os sistemas de leitura em todo o planeta são programados para reconhecer os padrões da GS1, independentemente do país de emissão do código.

Existem dois principais tipos de códigos de barras para produtos de retalho: o UPC (Código Universal de Produto), mais comum na América do Norte, e o EAN (Número de Artigo Europeu), utilizado na maior parte do resto do mundo. No entanto, os sistemas modernos de leitura são capazes de interpretar ambos os formatos sem qualquer dificuldade, reforçando a natureza global do sistema.

Em suma, é imperativo que empresários, exportadores, importadores e o público em geral compreendam que o código de barras é uma ferramenta de identificação global e não um passaporte que restringe a circulação de produtos. A sua origem de registo é uma mera formalidade administrativa que em nada impede a sua aceitação e funcionalidade em qualquer canto do planeta. A desmistificação deste conceito é um passo importante para a promoção de um comércio mais fluido e informado.

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O MITO ACERCA DOS CÓDIGOS GS1.O Mito do Código de Barras Nacional: Uma Barreira Invisível ao Comércio GlobalLuanda, Ango...
06/10/2025

O MITO ACERCA DOS CÓDIGOS GS1.

O Mito do Código de Barras Nacional: Uma Barreira Invisível ao Comércio Global

Luanda, Angola - Uma crença popular, mas incorreta, tem gerado confusão e potenciais entraves comerciais para empresas e consumidores: a ideia de que o código de barras de um produto indica o seu país de origem e, consequentemente, só pode ser utilizado nesse mercado. Este artigo visa desmistificar esta noção e alertar para a verdadeira natureza universal dos códigos de barras, uma ferramenta essencial para o comércio globalizado.

Contrariamente ao que muitos pensam, os primeiros dígitos de um código de barras, conhecidos como prefixo GS1, não revelam onde um produto foi fabricado. Em vez disso, eles indicam a localização da filial da GS1 onde a empresa que detém a marca do produto se registou. A GS1 é a organização global responsável pela criação e manutenção dos padrões de códigos de barras mais utilizados no mundo, incluindo os formatos EAN e UPC.

Isto significa que uma empresa sediada em Angola pode fabricar os seus produtos na África do Sul, registar a sua marca numa filial da GS1 na Europa e vender os seus produtos em qualquer parte do mundo, sem qualquer problema de leitura do código de barras. A função primordial do código de barras é fornecer uma identificação única para cada produto, permitindo um rastreamento eficiente ao longo da cadeia de abastecimento, desde o fabricante até ao consumidor final.

"O código de barras é uma linguagem universal de negócios", explica um especialista em logística e cadeia de abastecimento. "A sua beleza reside na sua simplicidade e interoperabilidade. Um scanner num supermercado em Lisboa consegue ler um código de barras de um produto angolano da mesma forma que um scanner em Nova Iorque. A ideia de restrição geográfica é um completo equívoco."

As Consequências do Equívoco

A persistência deste mito pode ter consequências negativas, tanto para as empresas como para os consumidores. As empresas, especialmente as pequenas e médias que procuram expandir-se para mercados internacionais, podem sentir-se desnecessariamente compelidas a adquirir novos códigos de barras para cada país de destino, incorrendo em custos e burocracia desnecessários.

Para os consumidores, esta desinformação pode levar a decisões de compra baseadas em premissas falsas sobre a origem de um produto, ignorando a complexidade da cadeia de produção global moderna. Um produto com um prefixo de um determinado país pode conter matérias-primas de várias outras nações e ter sido montado numa terceira. A verdadeira origem do produto é geralmente indicada na embalagem, através da menção "Produzido em" ou "Made in".

O Papel da GS1 e a Padronização Global

A organização GS1 desempenha um papel crucial na garantia desta interoperabilidade global. Ao atribuir prefixos de empresa únicos, a GS1 assegura que não haja duplicação de códigos de barras em todo o mundo. Os sistemas de leitura em todo o planeta são programados para reconhecer os padrões da GS1, independentemente do país de emissão do código.

Existem dois principais tipos de códigos de barras para produtos de retalho: o UPC (Código Universal de Produto), mais comum na América do Norte, e o EAN (Número de Artigo Europeu), utilizado na maior parte do resto do mundo. No entanto, os sistemas modernos de leitura são capazes de interpretar ambos os formatos sem qualquer dificuldade, reforçando a natureza global do sistema.

Em suma, é imperativo que empresários, exportadores, importadores e o público em geral compreendam que o código de barras é uma ferramenta de identificação global e não um passaporte que restringe a circulação de produtos. A sua origem de registo é uma mera formalidade administrativa que em nada impede a sua aceitação e funcionalidade em qualquer canto do planeta. A desmistificação deste conceito é um passo importante para a promoção de um comércio mais fluido e informado.

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Juntos na diferença é possível
06/10/2025

Juntos na diferença é possível

DEFINITIVAMENTE DESMISTIFICADA A QUESTÃO DE QUE O PREFIXO DO CÓDIGO DE BARRAS EAN-13

O Prefixo GS1 (primeiros 3 dígitos do número de código de barras EAN-13) mostra o país de origem?
Modificado em Sexta, 30 Ago. 2024 às 1:55 PM

Não, o Prefixo GS1 NÃO mostra o país de origem.
Um número de código de barras EAN-13 sempre começa com o Prefixo GS1 da Organização Membro GS1 que atribuiu o número do código de barras.
O Prefixo GS1 não indica que o produto foi fabricado num país específico ou por um fabricante específico; pode ter sido produzido em qualquer lugar do mundo.

Link da página:
https://support.gs1.org/support/solutions/articles/43000734188-does-the-gs1-prefix-first-3-digits-of-the-ean-13-barcode-number-show-the-country-of-origin-Tentar

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06/10/2025
A TIIBS, Lda - Technology Consultants, via Angola Códigos de Barras na promoção das iniciativas dos empreendores. Contra...
06/10/2025

A TIIBS, Lda - Technology Consultants, via Angola Códigos de Barras na promoção das iniciativas dos empreendores. Contra tudo e todos SEMPRE A VENCEREM.

19/11/2024

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