14/08/2026
Uma pessoa entra na empresa e recebe os acessos necessários para começar. Meses depois, muda de função, assume outro sistema e passa a participar de novos processos.
O problema aparece quando o perfil cresce apenas por adição. As novas permissões chegam, mas as antigas continuam ativas porque ninguém revisou se ainda faziam sentido. Isoladamente, cada concessão pode ter uma justificativa. Juntas, elas deixam de representar a rotina real.
Por isso, acesso precisa ser tratado como ciclo. A entrada define motivo, responsável e limite. A mudança de função revê o que entra e o que sai. As revisões confirmam se contas e permissões ainda possuem necessidade. O encerramento coordena bloqueio, sessões, dispositivos e responsabilidades sobre dados.
Não existe uma frequência ou um procedimento único para todos os ambientes. O critério precisa considerar o tipo de conta, a criticidade do recurso e a realidade da empresa. O ponto central é simples: nenhuma permissão deveria continuar ativa apenas porque foi esquecida.
Na sua empresa, quem percebe primeiro quando a função muda, mas os acessos continuam iguais?
Salve este conteúdo para revisar o ciclo de acessos da sua empresa.