10/06/2026
Em 2017 eu estava indo ao Itaú para uma entrevista.
Terno, gravata e uma oportunidade que quase triplicava meu salário.
Na época, atuava como analista de sistemas, terceirizado no Bradesco.
Depois disso, foram quase 4 anos no Itaú,
uma saída para o BTG
e, em 2021, o convite para voltar — agora para um desafio novo:
a criação de soluções de custódia de criptoativos.
Muito do que aprendi ali
— pagamentos, segurança, arquitetura, confiança —
é exatamente o que uso hoje no POS.
Integrações de pagamento não nascem no achismo.
Mecanismos de loyalty não são só pontos.
Blockchain, pra mim, não é hype — é infraestrutura.
Troquei o terno pela cozinha,
mas trouxe comigo a bagagem.