Jornal Planeta Rural

Jornal Planeta Rural O Jornal PLANETA RURAL,destaca-se por ser um veículo de comunicação que se identifica plena-
mente com o homem do campo.

Com 12 anos de publicação ininterrupta, o Jornal PLANETA RURAL,
destaca-se por ser um veículo de comunicação que se identifica plenamente
com o homem do campo através de uma linguagem simples, objetiva
e bem-humorada, cujo conteúdo visa sempre atender as expectativas
do agricultor. Através de seus colaboradores Engenheiros e Técnicos especializados,
respostas são dadas às inúmeras questões que env

olvem o dia
a dia do plantio, safra, uso de equipamentos e cuidados com os animais,
entre outros temas. O Jornal tem um estilo único de diagramação e conteúdo que o
torna diferente dos demais. Esta característica faz com que mantenha o
grande sucesso junto aos seus leitores. A distribuição é feita em Cooperativas, casas agropecuárias, direto
na mão do agricultor e via correios para leitores do Mato Grosso e sul do
Brasil de maneira gratuita. Mensalmente são disparados mais de 30.000 e-mails para endereços
cadastrados no site.

Calmaria no mercado de reposição no Paraná.Ao contrário do que vem ocorrendo em grande parte do território nacional, des...
15/01/2018

Calmaria no mercado de reposição no Paraná.

Ao contrário do que vem ocorrendo em grande parte do território nacional, desde o início do mês o preço do boi gordo no Paraná não reagiu como esperado. Em uma breve comparação, nos últimos trinta dias a arroba subiu 4,7% em São Paulo, mas no Paraná manteve-se inalterada.
E essa falta de movimentação no preço da arroba do boi gordo não trouxe oportunidades interessantes para os pecuaristas realizarem o giro de animais na fazenda.
A baixa procura pelos animais de reposição se equipara à oferta e, diante desse cenário, as cotações mantiveram-se praticamente estáveis nas últimas semanas.
Porém, em curto prazo, a volta das chuvas e a consequente melhoria das pastagens apontam para uma tendência mais positiva. Dessa forma, se as cotações do boi gordo colaborarem, a expectativa é de que as negociações no mercado de reposição ganhem mais fôlego nas próximas semanas.
Destacando que, o recuo nos preços, principalmente de categorias mais jovens, melhorou a relação de troca. Com o bezerro, por exemplo, a troca em julho estava em 1,72 e atualmente está 1,87. Melhora de 9,2% no poder de compra.
Imprensa: r matéria
Fonte: Scot Consultoria

NewsletterEntrarPlanos e AssinaturasCadastre-seVendas de máquinas despencam 25% no Brasil em novembroQueda já era espera...
12/01/2018

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Vendas de máquinas despencam 25% no Brasil em novembro

Queda já era esperada pela indústria, que se surpreende com resultado no acumulado do ano Cassiano Ribeiro As vendas de máquinas agrícolas voltaram a esfriar no mês de novembro, conforme dados divulgados nesta terça-feira (06/12) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Segundo a entidade, 3.603 máquinas foram entregues pela indústria ao mercado brasileiro, baixa de 25,2% em relação a outubro, quando foram vendidas 4.814 unidades.

A queda era esperada, levando em consideração que maior parte dos produtores rurais brasileiros já comprou as máquinas que precisava para esta safra, que deve superar as 200 milhões de toneladas, disse Antonio Megale, presidente da Anfavea.

O executivo ainda destacou que o resultado de novembro está 61,3% acima do número registrado em igual mês do ano anterior, quando 2.234 máquinas foram vendidas no país. No acumulado do ano, o saldo atual surpreende. “Os resultados estão acima da nossa previsão, que era fechar o ano com 38 mil máquinas agrícolas vendidas e chegamos a novembro com um número de 38.800 unidades. Nós subestimamos o mercado de máquinas agrícolas. Tivemos o melhor novembro desde 2013”, reconheceu Megale.

Nas exportações, os dirigentes da Anfavea também subestimaram o potencial do mercado de maquinários agrícolas. Com as vendas de 1.283 unidades para outros países em novembro (64,5% acima do registrado em outubro), o setor superou a meta de exportação estimada para 2016, que era de pouco mais de 8 mil unidades. De janeiro a novembro, 9.097 máquinas deixaram o Brasil. “novembro foi o melhor mês do ano para exportação de máquinas”, disse Megale.

Fonte: Revista Globo rural

Ceasa Paraná promove 11 licitações para cessão de áreas e serviços em suas unidades no Estado.  A Ceasa Paraná inicia na...
11/01/2018

Ceasa Paraná promove 11 licitações para cessão de áreas e serviços em suas unidades no Estado.


A Ceasa Paraná inicia na primeira quinzena de dezembro, uma série de 11licitações para cessão de áreas em suas unidades de Curitiba, Maringá e Foz do Iguaçu, de controle de pragas urbanas, de contratação de apoio administrativo e de serviços advocatícios. Os editais com as descrições dos objetos podem ser obtidas no endereço eletrônico da Ceasa Paraná, www.ceasa.pr.gov.br acessando o ícone ao lado esquerdo da página, Licitações Diversas Ceasa.
“Seguimos as orientações do Ministério Público do Paraná, que acompanha os processos de pregões presenciais, além de auxiliar a estipular as regras e prazos destas ações", diz Natalino Avance de Souza, diretor presidente da Ceasa Paraná. O dirigente lembra ainda que desde 2008, a empresa, que é vinculada a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento - Seab, "promove licitações para todas as obras, e também para a cessão de espaços para os mercados das cinco unidades da Ceasa no Estado, em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu"
Permissão de uso de boxes
Na Ceasa de Maringá serão colocados em licitação, sete lotes para 10 boxes atacadistas que variam de 32 a 78,80 metros quadrados, com lances iniciais entre R$ 4.474,57 a R$ 22.816,51 dependendo do pavilhão na unidade. O pregão presencial acontecerá no dia 13 de dezembro, às 9h30, no auditório da unidade.
Na Ceasa de Foz do Iguaçu estão previstas a licitação de três lotes para cinco boxes, e quatro lotes áreas de desdobramento de caixarias. A metragem das áreas variam de 105,65 a 156,63 metros quadrados, com lances inicias entre R$ 11.503,62 a 32.671,00, conforme o pavilhão. Também serão colocados em licitação quatro áreas de desdobramento de 70 metros cada, com lances iniciais de R$ 2.384,93. O pregão presencial será realizado no dia 21 de dezembro, às 9h30, no auditório da unidade.
Na Ceasa de Curitiba, a licitação ocorrerá para duas lanchonetes construídas junto ao Mercado do Produtor da unidade. O contrato de permissão de uso das áreas é de sete anos e seis meses, podendo ser renovado posteriormente pelo mesmo período. O processo acontecerá dia 11 de dezembro, as 9h30, no auditório da unidade.
Para a área administrativa as licitações serão na contratação de mão de obra temporária e de apoio, com onzevagas, e de serviços advocatícios, serão realizadas nos dias 12, 13 e 14 de dezembro. Os processos serão realizados às 9h30, na sala de reuniões da sede administrativa da Ceasa, na Av. Nossa Senhora da Luz, 2143, bairro Jardim Social, em Curitiba.

Controle de pragas urbanas
As cinco unidades da Ceasa recebem licitações, também na modalidade pregão presencial, para o controle de pragas urbanas. “Temos mantido o sistema de limpezas diárias em nossos mercados. Porém é necessário que façamos periodicamente o controle de pragas urbanas nos mercados”, afirma Natalino Avance de Souza. Na unidade de Curitiba o processo será realizado no dia 11 dezembro; na unidade de Maringá; dia 13 de dezembro; na unidade de Londrina; dia 14 de dezembro; na unidade de Foz do Iguaçu, dia 21. Todos os processos acontecerão às 14 horas, nos respectivos auditórios das Ceasas. Na unidade de Cascavel, a licitação será, dia 20 de dezembro, às 9h30.
Mais informações sobre as licitações podem ser obtidastambém na Comissão Permanente de Licitações – CPL da empresa, em horário comercial em Curitiba, através do fone (41) 3253-3232, ramais 209 e 212, ou ainda nas respectivas Gerências de Mercado das Ceasas, através dos fones em Curitiba, (0**41) 3348-6690; em Londrina, (0**43) 3325-4713 e (0**43) 3325-4404; em Maringá, (0**44) 3266-1147; em Cascavel, (**45) 3323-6741; e em Foz do Iguaçu (0**45) 3522-1129.

Pavimentação do estacionamento da Ceasa Curitiba
A Ceasa Paraná deverá iniciar na segunda quinzena de dezembro a pavimentação asfáltica do estacionamento do lado direito, que antecede as portarias de entrada de sua unidade em Curitiba. Também serão instalados novas luminárias no pátio, construída uma nova guarita e a implantação de cerca em gradil metálico no local do estacionamento de 24.900 metros quadrados, que terá capacidade para até 616 vagas.
As homologação das obras aconteceu no último dia 27 de novembro, após a licitação feita em pregão presencial, na sede administrativa da Ceasa Paraná. Participaram da modalidade de pregão presencial, quatro empresas. Para os lotes de 1 a 3, pavimentação, novas luminárias e guarita, a empresa vencedora foi a KJPR Pavimentações Eirelliia, que estipulou para essas obras o valor de R$ 918.707,04. Já para a colocação de cerca tipo gradil metálico, com mourões de concreto, a empresa vencedora foi a Belceras Indústria e Comércio de Arames e Telas, com o valor de R$ 404.705,00.
“Estamos utilizando recursos próprios da Ceasa para a realização desses trabalhos. Atendemos uma antiga solicitação dos produtores e permissionários atacadistas que atuam no mercado. Dessa forma teremos também uma melhor circulação de veículos – carros e caminhões, que terão ainda mais segurança dentro da unidade”, explica Natalino Avance de Souza. A previsão é de que todas essas obras sejam concluídas num prazo de até 150 dias.

Edital de Credenciamento Público nº 003/2017 - SEAB Credenciamento de Usinas de Beneficiamento de LeiteEstá disponível o...
11/01/2018

Edital de Credenciamento Público nº 003/2017 - SEAB

Credenciamento de Usinas de Beneficiamento de Leite
Está disponível o Edital de Credenciamento para as Usinas de beneficiamento de leite interessadas no fornecimento de leite pasteurizado integral ao Programa Leite das Crianças e para as ações do Decreto nº 4.675/2012.

A entrega da documentação exigida para a pré qualificação começará a ser recebida na SEAB a partir do dia 01 de dezembro de 2017 e estender-se-á até o dia 22 de dezembro de 2017.

IAPAR de Ponta Grossa recebe estudantes de Ivaí e de Castro.O Polo Regional de Ponta Grossa recebeu na última semana de ...
10/01/2018

IAPAR de Ponta Grossa recebe estudantes de Ivaí e de Castro.

O Polo Regional de Ponta Grossa recebeu na última semana de novembro/17, os alunos do 4º e 5º ano da Escola Municipal Madre Josafata, de Ivaí, acompanhados de cinco professores e da diretora Maria Elaine. O grupo conheceu a história do IAPAR e da estação experimental e os principais trabalhos realizados nas áreas de produção vegetal, manejo e conservação de solos e água além de praticas de preservação ambiental.

Na sexta-feira (24/11) foi a vez dos alunos do nono ano da Escola Estadual Fabiana Pimentel, do distrito de Socavão, município de Castro, que participam do programa Jovem Agricultor Aprendiz ( JAA), conduzido pelo Senar-PR. A professora Daiane Oliveira acompanhava o grupo.

O programa JAA foi criado com objetivo de proporcionar aos jovens do meio rural conhecimento, qualificação e despertar a visão empresarial.

Em Morretes, IAPAR apresenta nova tecnologia para produção de maracujáCerca de 40 produtores e técnicos compareceram ao ...
09/01/2018

Em Morretes, IAPAR apresenta nova tecnologia para produção de maracujá
Cerca de 40 produtores e técnicos compareceram ao dia de campo sobre maracujá-amarelo realizado terça-feira (28/11) na estação experimental do IAPAR em Morretes. Os pesquisadores apresentaram uma nova proposta tecnológica para enfrentar o endurecimento dos frutos, doença que vem prejudicando o cultivo da espécie no Paraná. Também foram abordadas técnicas de manejo e apresentados comparativos entre os sistemas de condução espaldeira e latada e em diferentes datas de plantio.

Segundo o engenheiro-agrônomo Pedro Martins Auler, coordenador das pesquisas em fruticultura do IAPAR, a oferta de maracujá vem diminuindo no Paraná e no Brasil, possivelmente em função do vírus Cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV), que causa o endurecimento dos frutos.

O pesquisador alerta que a ocorrência do vírus pode comprometer a produção de maracujá no litoral, que representa um aporte anual de 4,5 milhões de reais, sendo o segundo maior do Paraná. Para Auler o novo modelo tem boas perspectivas de sucesso, pois o vírus é específico do maracujá, todavia ressalta que o ideal é que seja adotado regionalmente pela maioria dos produtores.

DOENÇA – O endurecimento dos frutos de maracujá já foi registrado nos principais polos de produção do Paraná. A doença é causada pelo vírus Cowpea aphid-borne mosaic virus (CABMV), transmitido por pulgões, que atuam como vetor na transmissão de vírus ao sugarem a seiva das plantas. A doença tem alto potencial destrutivo e disseminação rápida – em quatro meses pode contaminar toda a lavoura, segundo Auler.

Presente no evento, Daniel Muraro, ligado à Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), relatou que coletou frutos de maracujá em diferentes localidades no litoral do Paraná e confirmou que as amostras foram positivas para o vírus CABMV. Ele reforça a importância do trabalho integrado entre pesquisa, extensão, ensino, produtores e empresas.

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA – Experimentos do IAPAR têm mostrado que é possível conviver com a doença, utilizando um novo modelo tecnológico. Segundo a pesquisadora Neusa Colauto Stenzel, a proposta é que os produtores façam suas próprias mudas, em estufas protegidas contra pulgões. Ela ensina que a semeadura deve ser feita a partir de março-abril, em sacos maiores. As mudas dever ir para o campo com tamanho variando entre 80 centímetros e 1,5 m, a partir de fins de agosto e início de setembro. O espaçamento de plantio pode ser mais adensado – 3 m entre linhas e 2 m entre plantas.

O novo modelo preconiza o plantio em apenas um ciclo, devendo haver um “vazio sanitário” no inverno, basicamente no mês de julho e meados de agosto, para evitar a proliferação da doença. No sistema atual as mudas são levadas pequenas para o campo, o espaçamento é de 4m x 4m em sistema de latada, com utilização de podas frequentes, sendo que as plantas permanecem durante dois ciclos no campo, o que aparentemente tem contribuído para proliferação da virose.

O produtor de maracujá Wilson Simão de Morretes cultiva dois hectares no sistema antigo e confirmou que 70% da lavoura está contaminada com o vírus e, no momento, se diz convencido que manter plantas de segundo ciclo inviabiliza o cultivo.

O produtor Saulo Gubert tem a mesma opinião. Ele está com 50% da lavoura tomada pelo vírus. Gubert percebeu na sua propriedade que algumas medidas ajudam a evitar a disseminação da doença como não deixar solo descoberto por longos períodos, manter a vegetação nativa nas entrelinhas de plantio, reduzir as desbrotas dos ponteiros (feito com a unha) e limpar as ferramentas utilizadas nos tratos culturais.

MERCADO – Na opinião de Sidney Yassuda, tradicional produtor de Morretes, o novo sistema traz também um novo desafio na comercialização. Atualmente, a maior produção ocorre no segundo ciclo, em janeiro e fevereiro, período que coincide com as férias de verão e aumento da demanda pelo fruto no litoral. No modelo novo o pico de produção passa para os meses de maio e junho.

Para Ruth Pires, extensionista da Emater-PR em Morretes, uma solução será investir na agroindustrialização de diferentes produtos do maracujazeiro.

VISITAS – Produtores e demais interessados podem conhecer o novo modelo de produção de maracujá na Estação Experimental de Morretes. As visitas devem ser agendadas pelo telefone (41) 3462-1203 ou e-mail

Roncador - Fruticultura garante renda adicional na agricultura familiar.Roncador está localizado na região centro-ociden...
08/01/2018

Roncador - Fruticultura garante renda adicional na agricultura familiar.

Roncador está localizado na região centro-ocidental paranaense e pertence à Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão –Comcam. O município possui 12 mil habitantes e seu perfil econômico é baseado na agropecuária, sendo que a pecuária leiteira predomina na maioria das propriedades, exploradas principalmente pelos 387 agricultores familiares locais, segundo dados do perfil da realidade municipal de 2017.

Buscando diversificar as atividades e as fontes de renda, algumas famílias têm procurado alternativas adaptadas para a região, principalmente ao clima e solo locais. Assim aconteceu com a família do senhor Mário Kovalek e senhora Lourdes Maestra Kovalek, que iníciou o cultivo de frutíferas em 2.000, incentivada por projeto implantado em Iretama. O casal plantou 2 mil plantas de pêssego, mas não obteve o sucesso esperado, pois as variedades não eram as indicadas para a região. A produção iniciou em 2003. Mas, além da baixa produtividade, os dois tiveram muitas dificuldades na comercialização. Em 2.006, então, reduziram o pomar para apenas 300 pés, em função do mercado e preços recebidos pela produção.

Com persistência e confiança num futuro promissor na atividade, em 2.014, em conjunto com o filho, os dois plantaram mais 600 pés, que estão entrando em produção nesta safra, totalizando 900 plantas, numa área de um alqueire. A produtividade média da propriedade, a partir do quinto ano, é de quilos quilos por planta, aproximadamente 40 toneladas por hectare, com custo de produção em torno de R$2,00 por quilo, comercializado a R$5,00. As variedades plantadas são BRS Fascínio e Charme (de polpa branca). O período de produção vai de meados de outubro a final de dezembro (este ano atrasou em decorrência da estiagem registrada no período do inverno). Sete por cento da comercialização e realizada diretamente aos consumidores e na propriedade, o restante com pequenos mercados de Roncador e região.

Além do Senhor Mário e a esposa Lourdes, o filho Douglas, que é engenheiro agrônomo, atua na atividade. “Apesar da propriedade ter áreas destinadas a cultivos de grãos e produção leiteira, a fruticultura tem se mostrada uma excelente alternativa de negócios com agregação de valor e renda, após a estabilização na produção e alcance de novos mercados, novas opções estão sendo pensadas para investimentos futuros” informa Douglas.

O projeto econômico horticultura é prioritário e abrange a fruticulturas, olericultura e produção de flores e palmáceas. Tem 12 profissionais do Instituto Emater da região envolvidos com esse trabalho, no atendimento a 188 produtores, que plantam 171 hectares.

Fonte:
Rinaldo Antonio Clementin - responsável pela área de fruticultura – Instituto Emater - unidade municipal de Araruna.
Apoio - Área de comunicação eventos e marketing - unidade regional - Emater de Campo Mourão.

Endereço

Rua São Leopoldo Mandic, 41
Curitiba, PR
81170060

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