Power Mix Informatica

Power Mix Informatica Manutenção de Micro Computadores Power Mix Informatica trabalha com manutenção de Hardwere e Software.

ATENÇÃO:Power Mix InformaticaParque dos Anjos, Gravatai-RSINSTALAÇÃO DO MICROSOFT OFFICE 2010 ORIGINAL+INSTALAÇÃO DE ANT...
19/12/2012

ATENÇÃO:

Power Mix Informatica
Parque dos Anjos, Gravatai-RS

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SAIBA O QUE IMPORTA NA HORA DE COMPRAR UMA IMPRESSORAO que realmente importaDuplexação automática: uma impressora com es...
19/12/2012

SAIBA O QUE IMPORTA NA HORA DE COMPRAR UMA IMPRESSORA

O que realmente importa

Duplexação automática: uma impressora com este recurso é capaz de imprimir nos dois lados de uma página automaticamente, o que economiza papel e dinheiro. A duplexação manual (geralmente auxiliada por avisos na tela ou na impressora dizendo como e quando virar o papel) é melhor que nada, mas a maioria das pessoas a considera um incômodo.

Rendimento por página: todos os cartuchos de tinta e toner tem um número que indica quantas páginas podem ser impressas antes que eles se esgotem. Este número costumava variar muito, mas esforços de padronização por entidades como o ISO/IEC ajudaram a torná-los comparáveis. Ainda assim, os resultados podem variar, dependendo do que você costuma imprimir e com que frequência.

Sabendo o rendimento, f**a fácil calcular o custo por página de um cartucho. Basta dividir seu preço pelo número de páginas. Ou seja, um cartucho preto de R$ 39,90 que imprime 200 páginas tem custo por página de aproximadamente R$ 0,20. Leve isso em conta na hora de comprar uma impressora: um modelo com custo por página menor resulta em economia a longo prazo.

Cartucho completo ou “starter”: muitas impressoras baratas vem equipadas com cartuchos de tinta ou toner em tamanho “starter”, que tem menor capacidade do que os cartuchos vendidos separadamente: alguns são suficientes para apenas 10 ou 20 páginas. Muitas vezes eles são anunciados como “brinde”, sem que a diferença seja especif**ada.

Ou seja, logo logo você precisará comprar cartuchos novos, e o barato acaba saindo mais caro. Por exemplo, se uma impressora jato de tinta usa 4 cartuchos (preto, magenta, ciano e amarelo) e cada um custa R$ 34,90, em pouco tempo você precisará desembolsar mais R$ 139,60 para continuar imprimindo. Leve isso em conta na hora de comparar os preços.

O que às vezes importa

Ciclo mensal: este número indica a carga de trabalho que uma impressora pode aguentar, e é importante para empresas ou usuários que exigem mais de suas máquinas. Algumas impressoras de baixo volume, como a que você provavelmente tem em casa, sequer tem um ciclo mensal definido.

Se a impressora tem um ciclo mensal de, digamos, 20 mil páginas, você pode estar certo de que ela foi feita para pegar pesado. Mas você não usa seu carro na potência máxima o tempo todo, e não irá fazer isso com sua impressora: o volume real que você deve esperar é apenas uma fração do ciclo indicado, entre 10 a 25%.

Resolução de impressão: a verdadeira resolução de uma impressora se tornou menos importante à medida em que os fabricantes manipulam o tamanho, posição e forma dos pontos que compõem a imagem para aumentar sua qualidade sem ir além da resolução mais comum de 600 x 600 dpi (dots per inch, ou pontos por polegada). Se você encontrar palavras como “otimizada”, interpolada” ou “até” ao lado do número, pode ter certeza de que ele foi manipulado. Se você encontrar uma impressora capaz de realmente atingir uma resolução de 1200 x 1200 dpi, algo que ainda é raridade hoje em dia, irã notar que ela é capaz de produzir texto e imagens notavelmente mais nítidos.

Resolução do scanner: encontrada em multifuncionais, e assim como a resolução de impressão pode ser manipulada. Para conhecer o valor real procure o termo “resolução óptica”, mas tenha em mente que para a maioria dos usos uma resolução de 300 dpi é suficiente. Ir além disso resulta em mais tempo para escanear uma página, arquivos maiores e uma imagem que não é necessariamente melhor. Novamente, se você encontrar as palavras “otimizada”, interpolada” ou “até” ao lado do número, pode ter certeza de que ele foi manipulado.

O que não importa

Velocidade de impressão: os números anunciados pela maioria dos fabricantes deveriam ser indicativos que quanto tempo uma impressão irá demorar, mas geralmente eles são calculados usando métodos que não refletem as condições de uso no mundo real. Por exemplo, a impresora pode estar em um modo “rascunho” durante o teste, o que resulta em maior velocidade, embora a maioria das pessoas imprima em modo normal. Ou o fabricante pode omitir o tempo necessário para imprimir a primeira página, já que isso inclui um atraso por causa do processamento da imagem. Infelizmente, este mesmo atraso é uma realidade inevitável no dia-a-dia de qualquer usuário.

Há métodos mais realistas de cálculo da velocidade de impressão, como a norma 24734 do ISO/IEC, chamada “Laser Quality Print Speed” (Velocidade de Impressão com Qualidade de Laser), que imprime em modo padrão e inclui o tempo necessário para produção da primeira página. Infelizmente, os fabricantes quase nunca incluem estes números em seu material de divulgação

SAIBA O QUE IMPORTA NA HORA DE COMPRAR UM PCMuitos gigahertz e gigabytes chamam a atenção, mas nem sempre são a coisa ma...
19/12/2012

SAIBA O QUE IMPORTA NA HORA DE COMPRAR UM PC

Muitos gigahertz e gigabytes chamam a atenção, mas nem sempre são a coisa mais importante em um desktop ou notebook. Antes de passar o cartão, aprenda quais características realmente importam.

Antes de mais nada: Windows 7 ou 8?

O Windows 8 chegou ao mercado no final de Outubro, e junto com ele toda uma nova geração de máquinas com o sistema pré-instalado. Mas ainda há muitos PCs com Windows 7 no mercado, e você pode apostar que verá muitos deles em promoções atraentes no fim do ano, para "limpar" espaço no estoque para os novos modelos.

Não descarte uma máquina só porque ela ainda roda o Windows 7, especialmente se ela lhe agrada no geral. O motivo é simples: uma promoção da Microsoft que oferece aos proprietários de PCs adquiridos entre os dias 2 de Junho deste ano e 31 de janeiro de 2013 um upgrade para o Windows 8 por apenas R$ 29,00. Basta cadastrar as informações do comprador e da máquina em ww.windowsupgradeoffer.com/pt-BR e aguardar instruções.


O Windows 8 tem uma "cara" completamente nova

De outra forma, a atualização custaria R$ 69 (via Internet) ou R$ 269 (comprando uma "caixinha" com o sistema em DVD). Mesmo sem aproveitar a promoção, pode ser mais barato comprar uma máquina com Windows 7 e fazer o upgrade em casa do que pagar mais por um PC quase idêntico mas com o Windows 8 já instalado.

Mas antes de comprar pensando no upgrade tome alguns cuidados extras, além dos mencionados nesta matéria, para se certif**ar de que o computador está mesmo pronto para o Windows 8 e evitar supresas desagradáveis.

O que realmente importa

Portas: usuários de desktops geralmente não tem que se preocupar com isso, mas é um ponto muito importante para os donos de notebooks. Não há nada mais frustrante do que não conseguir plugar um pendrive porque o portátil só tem duas portas USB, já ocupadas por um mouse e um HD externo.

O ideal em um notebook são três portas USB, com um bom espaço entre elas para que um pendrive mais "gordinho" não acabe bloqueando também a porta ao lado). Pelo menos uma delas já deve estar no padrão USB 3.0.


Portas USB próximas demais podem ser um problema na hora de usar um pendrive.
Nesta foto, o pendrive da esquerda acaba bloqueando duas portas.

Outros tipos de portas são importantes: a HDMI permite a ligação do notebook a TVs de alta-definição, mas se você for um usuário corporativo pode preferir em seu lugar uma porta VGA, já que é mais compatível com os projetos usados para apresentações nas empresas. Já a porta Ethernet permite a conexão a redes cabeadas, o que pode salvar seu dia se você estiver em um local onde uma conexão Wi-Fi não está disponível ou está saturada.

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um computador com 4 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 2 GB. Não aceite menos do que 4 GB, e se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador) máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia, se você puder pagar o preço.

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) são uma alternativa aos HDs. Feitos com memória Flash, como os pendrives e cartões de memória, são muito mais rápidos e resistentes que um HD tradicional. Mas são muito mais caros e, por isso, ainda raros por aqui e tem capacidade limitada: modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos. Se você não precisa de tanto espaço no PC e pode pagar a diferença, invista nesta tecnologia.


Discos SSD usam memória Flash, como os pendrives, e são muito mais rápidos (e caros) que os HDs

Uma alternativa são os discos híbridos: muitos computadores, entre eles a maioria dos Ultrabooks, incluem uma pequena unidade SSD, de 20 ou 32 GB, acompanhada por um HD tradicional. O sistema operacional e os arquivos mais usados f**am no SSD, enquanto seus vídeos e músicas f**am no HD. Com isso é possível unir os benefícios das duas tecnologias: o rápido tempo de boot e a agilidade do SSD, com o amplo espaço para armazenamento de um HD.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,0 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa.

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que f**ar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: f**ar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda ou terceira geração (famílias Sandy Bridge e Ivy Bridge) ou AMD Fusion.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Jogos são uma exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Outro caso em que uma GPU faz a diferença é no uso de aplicativos profissionais para edição de vídeo ou de imagens (como o pacote Adobe CS), já que os principais aplicativos nestas categorias são capazes de tirar proveito do poder de processamento extra da GPU para acelerar tarefas.

Drive óptico: por mais incrível que pareça, é uma tecnologia que está morrendo. Software já é em sua maioria distribuído via internet, e com a popularização de serviços de streaming de vídeo como o Netflix e lojas como a iTunes Store (sem falar nos downloads via BitTorrent) é cada vez mais raro assistir um DVD ou Blu-Ray no notebook. Ultrabooks e Ultrafinos geralmente não tem drives ópticos para reduzir a espessura e o peso da máquina, mas seu desaparecimento é uma tendência mesmo entre os notebooks tradicionais. Antes de descartar um notebook porque ele não tem drive óptico, pare e pense: quando foi a última vez que você colocou um CD ou DVD em seu computador atual?

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científ**a ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento.

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona 6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

APRENDA A TESTAR O NOTBOOK AINDA NA LOJAImagine o cenário: você precisa de um novo notebook, visita algumas lojas e enco...
19/12/2012

APRENDA A TESTAR O NOTBOOK AINDA NA LOJA

Imagine o cenário: você precisa de um novo notebook, visita algumas lojas e encontra três modelos que lhe agradam, mas não sabe qual deles escolher. Nessa hora os te**es simples abaixo, que podem ser feitos na própria loja, podem ajudá-lo a se decidir.

Note que eles fornecem apenas parte da informação de que você precisa para se decidir pela compra. Obviamente há características como o preço, design e confiança na marca, que você também tem de levar em conta e que não cobrimos aqui. Encare nossas dicas como um “critério de desempate”.

O número de te**es que você poderá realizar varia de loja para loja. Em algumas você irá encontrar máquinas funcionando e prontas para o uso (e teste), enquanto em outras verá máquinas “trancadas” (protegidas com senha, ou atrás de um painel de acrílico) ou sequer ligadas.

Nosso conselho? Compre nas lojas que permitem que você experimente o produto. E evite aquelas que insistem em manter nas mesas e prateleiras computadores sujos, com teclas faltando ou telas rachadas (acredite, já vimos isso!): se elas mal se preocupam em atrair o consumidor, imagine como é o pós-venda!


1. Meça o tempo de boot

Usando um cronômetro no seu relógio ou smartphone, meça o tempo que a máquina leva entre você apertar o botão de força para ligá-la e o desktop do Windows surgir na tela. Quanto menor, melhor. Demora no boot pode signif**ar um disco rígido lento ou pouca memória, e isso irá se traduzir em mais tempo na hora de abrir aplicativos (veja o item 5), o que acaba causando irritação e frustração no dia-a-dia.


Demora no boot pode ser indício de HD lento ou pouca memória

2. Confira o ângulo de visão

Olhe para o monitor de diferentes ângulos, vertical e horizontalmente. Sente-se em frente à máquina e ajuste o ângulo do monitor. Se as cores mudam com o menor movimento, a imagem f**a rapidamente lavada ou perde o brilho, evite. Ela não vai ser uma boa opção na hora de ver fotos ou vídeos.

3. Fique de olho na tela

Visite um site com padrões de teste para monitores (como este) e observe a imagem sob vários níveis de brilho. As fontes pequenas são legíveis? É possível distinguir entre os tons mais escuros da escala de cinza? O tom de pele no retrato é natural? É fácil distinguir entre todas as 24 cores no canto inferior esquerdo? Tudo isso é importante se você pretende assistir filmes em seu notebook, ou mesmo retocar as fotos da viagem de férias com a família.

Veja também se o monitor não sofre com reflexos excessivos, e confira o brilho máximo (se possível, com as máquinas lado-a-lado). Embora ninguém vá usar um LCD com brilho máximo dentro de casa, isso é importante se você pretende usar o notebook ao ar livre. Quanto mais brilhante a tela, mais fácil será para ver a imagem.


Um teclado ruim pode fazer você cometer erros de digitação em excesso

4. Experimente o teclado

Este é um ponto subjetivo: pessoas diferentes gostam de teclados diferentes. O ponto chave aqui é ter certeza de que você se sente confortável com ele. Abra o bloco de notas e digite um ou dois parágrafos. Você consegue digitar rapidamente e com precisão? Ou cometeu muito mais erros do que de costume? Nesse caso, você pode estar diante de um teclado ruim.

Se a máquina estiver conectada à internet, faça um teste gratuito de digitação (leva só um minuto) em www.typingtest.com e compare sua pontuação entre várias máquinas.

5. Abra alguns aplicativos

Abra alguns dos programas pré-instalados e veja o quão rápida é a máquina nessa tarefa. Dê preferência a programas instalados em todas as máquinas que você está considerando (como o Word, por exemplo) para que você possa comparar diretamente a velocidade entre elas. Não use navegadores nesse teste, já que o tempo para “abrir uma página” depende mais da conexão de rede na loja do que do desempenho do hardware em si.

6. Analise o touchpad

Abra alguns sites e documentos e tente rolar a tela usando o touchpad. Veja se ele responde rapidamente aos seus gestos. Se for um touchpad “multitoque” abra uma imagem e experimente aproximá-la ou afastá-la (usando o gesto de pinça como em um tablet) e veja como a máquina responde. Ao fazer o teste de digitação (veja o item 4) fique atento à posição dos pulsos: a máquina ignora quando eles esbarram no touchpad (o correto), ou registra um toque e tira o cursor da posição, “bagunçando” o texto?


Se o touchpad não acompanha seus gestos, a frustração é certa

7. Preste atenção ao peso e à bateria

Não dá pra testar a autonomia de bateria de um notebook na loja, mas dá para tirar algumas conclusões baseadas no que os fabricantes informam: baterias são compostas por múltiplas células que armazenam energia. Se você tem duas máquinas com processador e tela similares (ex: dois Core i5 com tela de 15”) um modelo com uma bateria de “seis células” provavelmente irá durar mais que um com bateria de “três células”.

Não confie cegamente nos números de autonomia mencionados pelos fabricantes. Eles são obtidos com a máquina sob condições ideais, longe do que acontece durante o uso normal. Ao longo de anos de te**es, chegamos à conclusão de que você pode tirar 30% do tempo anunciado para chegar a uma estimativa de autonomia mais realista. Ou seja, uma máquina que o fabricante anuncia como tendo “5 horas” de bateria na prática deve aguentar três horas e meia sob uso típico.

Por fim, não desconsidere o peso da máquina, especialmente se você pretende carregá-la durante o dia inteiro. 300 gramas a mais podem não parecer muito no papel, mas sua coluna com certeza irá sentir a diferença no final do dia. Quanto mais leve, melhor.

A incessante evolução do mouseOs mouses usados nos computadores são tão comuns que raramente prestamos atenção a eles. M...
19/12/2012

A incessante evolução do mouse

Os mouses usados nos computadores são tão comuns que raramente prestamos atenção a eles. Mas não foi sempre assim: esse periférico mudou muito em sua longa história, e os marcos em sua evolução são muitos. Vamos dar uma olhada em alguns dos momentos mais notáveis.

“X-Y position indicator for a display system”

Foi assim que Douglas Engelbart, um engenheiro do Instituto de Pesquisas da Universidade de Stanford nos EUA (Stanford Research Institute, hoje SRI International), batizou sua invenção em 1963. “Indicador de posição X-Y para um sistema de exibição”.


O protótipo de Engelbart: caixa de madeira

Equipado com dois discos perpendiculares ligados a dois potenciômetros para monitorar o movimento, um botão montado no topo e instalado em uma caixa de madeira montada à mão, a engenhosa “traquitana” criada por Engelbart é considerada como o primeiro mouse do mundo, o ancestral de todos os outros.

Entretanto, ele não foi o primeiro modelo comercialmente disponível.

Telefunken Rollkugel
Imagem: OldMouse.org

Engelbart ainda não havia demonstrado publicamente seu aparelho quando em 1968 a Telefunken, então uma gigante alemã da indústria eletrônica, levou as coisas ao próximo nível ao apresentar o Rollkugel (algo como “esfera rolante”). Como diz o nome, o aparelho substituía os discos do modelo de Engelbart por um conceito que seria usado por várias décadas seguintes: uma esfera móvel.


Rollkugel: o primeiro modelo comercial. Único botão f**a no topo.

Mas o Rollkugel também se distinguiu de outra forma: como um componente opcional do mainframe Telefunken TR-440, que ocupava uma sala inteira, ele se tornou o primeiro mouse disponível comercialmente.

Só tinha um detalhe: a Telefunken se esqueceu de patenteá-lo.

O mouse do Alto, da Xerox
Imagem: ComputerHistory.org

Ao falar sobre mouses, não podemos nos esquecer de Bill English. Foi ele o engenheiro que ajudou a transformar o aparelho de Engelbart em uma realidade no início dos anos 60, e que assegurou mais um lugar na história em 1972 ao criar o segundo mouse com uma “bolinha” enquanto trabalhava na famosa divisão de pesquisas da Xerox em Palo Alto, na Califórnia, o PARC.


O mouse do Alto estabeleceu o design básico usado até hoje

Mas desde quando chegar em segundo lhe garante alguma fama? No caso dos mouses, isso acontece quando você cria um design que faz sentido até hoje. Enquanto o modelo da Telefunken parecia um capacete, o design de Bill para o mouse do Alto tinha não só três botões como a mesma forma básica que foi copiada por quase todos os outros mouses desde então.

O mouse do Lisa

No final da década de 70 engenheiros do Xerox PARC estavam trabalhando em uma variedade de tecnologias que casavam perfeitamente com a visão da Apple para dominação do mercado. Uma destas tecnologias era o mouse de Bill English.


Lisa: com apenas um botão, levou a tecnologia para as massas

Quatro anos após uma visita de um grupo de seus engenheiros (liderados por ninguém menos que Steve Jobs) ao PARC a Apple modificou, e embelezou, o design de English, eliminou dois dos três botões e essencialmente transformou o mouse de “brinquedo de laboratório” em uma peça-chave de seu Lisa Personal Computer System. Incrivelmente caro e muito mal compreendido, o Lisa ficou longe de ser um sucesso, mas o “rato” havia finalmente saído da gaiola.

O primeiros mouses ópticos
Imagem: Renoir.en.kku.ac.th

O primeiros mouses ópticos de sucesso só surgiram na virada do milênio, mas os pesquisadores já estavam perseguindo este conceito muito antes disso.

É o caso de Richard Lyon na Xerox. O conceito de Lyon, que nasceu antes mesmo dos mouses com “bolinha”, incorporava um sensor de imagem (basicamente uma diminuta câmera) e detecção de movimento integrados. Um conceito avançado para o ano de 1981. Ao mesmo tempo, um jovem brilhante chamado Steve Kirsch estava dando duro para criar uma estratégia alternativa usando LEDs infravermelhos e algoritmos preditivos.


Os mouses ópticos de Kirsch, como este acima, precisavam de um mousepad especial

No final das contas a abordagem de Lyon prevaleceu, mas não antes do mouse de Kirsch ser usado como acessório em vários computadores, como estações de trabalho da Sun Microsystems, e pacotes de software. Mais tarde, Kirsch fundaria a Mouse Systems e o mecanismo de buscas Infoseek.

Metaphor
Imagem: Michael Trigoboff/PCC.edu

O PARC teria novamente um papel na evolução do mouse no início dos anos 80 quando a Metaphor Computer Systems, empresa fundada por dois de seus pesquisadores, apresentou uma avançada estação de trabalho chamada Metaphor Workstation.


Mataphor Workstation: a primeira com periféricos sem fios.

A máquina era interessante porque vários de seus componentes, incluindo o teclado, teclado numérico e mouse, se comunicavam sem fios. Na verdade o mouse da máquina foi construído pelo que na época era uma jovem e desconhecida empresa chamada Logitech, e hoje é considerado como o primeiro mouse sem fios. Infelizmente a idéia sofria de um problema que afetaria vários mouses sem fio futuros: a tecnologia infravermelha usada na comunicação exigia uma linha de visão direta entre o transmissor e o receptor. Não era a melhor abordagem para uma tipicamente caótica mesa de trabalho.

Mouse Systems ProAgio

A “rodinha” do mouse para rolagem de páginas foi um toque de gênio que surgiu em 1995 quando a norte-americana Mouse Systems (aquela fundada por Steve Kirsch) lançou o ProAgio, um mouse com múltiplos botões. Infelizmente, para a Mouse Systems, seria necessário uma gigante como a Microsoft para nos fazer prestar atenção ao que estávamos perdendo.


ProAgio: o primeiro mouse com rodinha

Microsoft Intellimouse

Um ano depois do lançamento do praticamente ignorado ProAgio, Gates e Cia usariam seu poder de marketing em um produto que foi apresentado não apenas como a solução definitiva para lidar com documentos do Word e planilhas do Excel, como também para navegação na web e até jogos. O ponto chave do produto era uma combinação de rodinha e botão que mudou a forma como controlamos nossos computadores.


IntelliMouse: sucesso em larga escala

O nome deste produto era IntelliMouse, e a Microsoft vendeu zilhões deles ao longo dos últimos 17 anos.

Razer BoomslangImagem: ComputerBase.de

Em 1997 não existiam “mouses para gamers” nem a RAZR, uma empresa baseada em San Francisco, nos EUA, que hoje é conhecida por criar alguns dos mouses mais precisos e recheados de recursos que já existiram. Tudo isso mudou no ano seguinte, quando o Razer Boomslang foi lançado.


Boomslang: sob medida para os gamers

O material de marketing na época estava recheado de razões pelas quais o Boomslang deveria ser a próxima compra de todo gamer. Alta resolução (2000 DPI contra os 450 DPI de um mouse “comum”), interface USB em vez de PS/2, velocidade do chip controlador e mais. O mouse foi elogiado em vários aspectos, embora alguns analistas tenham achado as alegações um tanto exageradas e o preço de US$ 100 “ultrajante”. Ainda assim, ele marcou o surgimento de toda uma nova categoria de produtos.

Apple Magic Mouse

Lançado em 2009, o Magic Mouse foi o primeiro mouse para o consumidor com suporte a gestos multitoque. Rolagem, clique com dois dedos e mais estavam presentes em um mouse que, fisicamente, não tem um botão sequer. Hoje, os mesmos recursos estão presentes em produtos otimizados para o Windows 8 criados por empresas como a Logitech e a Microsoft.



Magic Mouse: o primeiro modelo "touch"

Mas o Magic Mouse e seus descendentes não são universalmente amados. Embora o controle com gestos seja algo interessante, a superfície “limpa” às vezes impede o uso de recursos tradicionais, como o clique com o botão do meio, e pode não ter a mesma precisão dos botões mecânicos.

acessem: http://www.facebook.com/PowerMixInformaticaYOUTUBE LANÇA APLICATIVO PARA CAPTURA E COMPARTILHAMENTO DE VÍDEOO Y...
18/12/2012

acessem: http://www.facebook.com/PowerMixInformatica

YOUTUBE LANÇA APLICATIVO PARA CAPTURA E COMPARTILHAMENTO DE VÍDEO

O YouTube terá um novo aplicativo para iOS. O Google anunciou nesta segunda-feira, 17, o lançamento do YouTube Capture, aplicativo para captura e compartilhamento de vídeos para o iPhone e iPod Touch.

O aplicativo terá ainda uma coleção de filtros para correção de cor, sistema de estabilização da imagem e ferramentas de edição. Além disso, será possível incluir pequenos textos nos vídeos, bem como uma música de fundo.

O YouTube Capture ainda avisará para girar seu aparelho para a posição correta para obter imagens melhores e evitar o que o próprio YouTube chama de "Síndrome do Vídeo Vertical".

Por enquanto, o aplicativo só estará disponível para o iOS. Não existe previsão de quando ou se o app chegará ao Android. Entretanto, o próprio aplicativo do YouTube para a plataforma do Google já conta com recurso de upload de vídeos para o site.

ASSISTA O VIDEO:
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=l0sOzdXce6o #!

BAIXE ESTE APLICATIVO AQUI: https://itunes.apple.com/br/app/youtube-capture/id576941441

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94180280

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