27/11/2025
Nesse último trabalho, e acho que em tudo que realizo, há abertura para ouvir o erro, há flexibilidade para questionar o início, e há um estado de alerta que não responde tão somente a um prompt dentro de uma janela de contexto, a um comando fechado.
É um estado de percepção que tem a sua demanda criativa nos bastidores, esperando a hora de entrar em cena, observando toda a movimentação, do palco e do público, e pensando como atuar naquele dia.
É você saber que a marca que precisa criar envolve o conceito de uma pequena caixa, que se abre permitindo uma comunicação facilitada, num ambiente amigável e conhecido.
E ao imaginar o som que essa pequena caixa faria ao se abrir, de forma leve e bem humorada, ver diante dos seus olhos acontecer a animação, que você ainda vai produzir.
E ela vai acontecer, não a partir da primeira tipografia que você escolheu, mas da terceira, que funciona melhor como uma caixinha.
Percebe como o tempo todo o processo se retroalimenta, a partir de sensações externas e internas? Um repertório de associações sinestésicas, um repertório que talvez um dia a IA alcance, mas de momento não vejo e, honestamente, espero que não alcance.
Deixemos o criar para as criaturas humanas.