17/10/2025
A Arenaplan foi pioneira na tecnologia de Cashless para Estádios no Brasil em 2013. Cashless é o hábito, hoje comum, de pagar contas com cartões por aproximação, usando saldo pré-carregados. Idealizamos o 1o Fórum de Gestão de Estádios e Arenas junto com a Trevisan onde vieram palestrar os principais gestores dos maiores clubes de futebol, estádios e Arenas que seriam inauguradas em 2014.
Tudo começou em 2012 quando eu era Gerente de TI da Ongame, líder no Brasil de Games Online com 6 milhões de jogadores que compravam Cash para usar nos jogos. Junto de outro gerente da empresa gerenciava a venda de Cash para a Ongame saímos das empresas para projetar a futura tecnologia.
Eu havia procurado os alemães (2012) que forneciam uma solução Cashless na Europa. Eles perceberam a mesma oportunidade que eu e me convidaram para ser seu representante no Brasil, antecedendo a Copa. Porém me queriam como comercial. Não poderia exercer nenhuma função em TI. Eu com 25 anos de experiência na área, gerenciando todo tipo de projeto fiquei surpreso. Fui um dos pioneiros na área de internet brasileira com um portal B2B Oscar no iBest por 5 anos seguidos (longa história que fomentou meu 2o livro). Embora a oportunidade parecesse boa, receber treinamento na Alemanha, com as despesas pagas, ficou claro que meus rendimentos só viriam com as vendas. E no Brasil, diferente das arenas americanas e européias, nenhum estádio tinha este plano ainda. Não seria fácil. Poderia demorar anos para obter algum rendimento. Por isso optei por criar a Arenaplan. Uma decisão arriscada, mas poderia entrar no segmento de eventos.
No Brasil, não existiam equipamentos móveis para realizar os pagamentos e nem terminais fixos. Projetamos a solução com gestão em nuvem, capaz de criar terminais de autoatendimento fixos para recargas dos cartões do torcedor e importamos da China um Handheld para pagamentos móveis. Eles vinham com windows. A solução ficou pronta em meados de 2013 para ser apresentada no 1o Fórum.
A Arenaplan recebeu da Gertec em 2014 a 1a máquina de cartão com leitor que lia cartões por aproximação. Ficou claro que o futuro não era o futebol e sim o varejo. Hoje
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