Kaiky Fernandez

Kaiky Fernandez Caligrafia, Lettering e Design Gráfico ;)

2015

- Oficina de Caligrafia - Seintegra!
- Oficina de Caligrafia - UFG
- Exposição - Cine Ouro

2016

- Oficina de Caligrafia - PUC-GO*
- Artista convidado - Tattoo Type
- Oficina de Caligrafia - PUC-GO*
- Mesa Redonda - PUC-GO*
- Exposição - Intercom*
- Exposição - Arte Sã
- Oficina de Caligrafia - Senac/GO*
- Mesa Redonda - Senac/GO*
- Oficina de Caligrafia - UFG
- Oficina de Caligr

afia
- Artista convidado - Formigueiro
- Exposição - Sarau MJIC

2017

- Oficia de Lettering - Escola Infantil São José
- Exposição - Sarau MJIC

*Atividade conjunta com o Tipografeed

Tente se lembrar do último comercial de sabão em pó que você assistiu. Muito provavelmente haviam algumas crianças brinc...
03/03/2020

Tente se lembrar do último comercial de sabão em pó que você assistiu. Muito provavelmente haviam algumas crianças brincando até que uma delas acabou sujando a roupa. Então, aparece a mãe com o produto mágico que irá resolver aquele problema.

Provavelmente foi algo semelhante com isso, né?

Mas esse comercial poderia muito bem ter uma outra abordagem: gastar seus preciosos segundos falando sobre o produto em si, sua composição química, sobre como é desenvolvido, a confiabilidade que a marca possui e coisas do tipo.

Mas por que não é feito dessa forma?

Dentre várias respostas possíveis (e todas elas corretas), existe algo interessantíssimo que está relacionado ao papel da marca em meio às mudanças culturais.

Quando a ideia de "marca" começou a ser usada, remetendo à ideia de posse, de algo criado por determinada pessoa, o que caracterizava esse período era nossa capacidade de produzir coisas, de utilizar ferramentas. Éramos "homo faber".

No entanto, vieram várias mudanças ao longo do tempo. Passamos de "faber" para "narrans", ou seja, a característica humana que está em evidência é a capacidade de contar histórias, de criar narrativas!

Isso se traduz para o universo das marcas. Não basta oferecer um produto. Não basta dar ao público uma ferramenta para que ela faça uso. É preciso contar uma história e, mais do que isso, possibilitar que ele faça parte dela.

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IMAGEM vs ESSÊNCIANão sei se você percebeu, mas algum tempo atrás o McDonald's inaugurou algumas lojas nas quais estava ...
02/03/2020

IMAGEM vs ESSÊNCIA

Não sei se você percebeu, mas algum tempo atrás o McDonald's inaugurou algumas lojas nas quais estava escrito "Méqui" na fachada. Muita gente achou isso estranho e não entendeu nada!

Eu não sou um grande consumidor da marca, mas desde muito tempo eu me refiro à empresa com essa expressão. Méqui. Conheço muita gente que o faz também.

Isso é um excelente exemplo para ilustrar a diferença entre Imagem e Essência da Marca, segundo John Sherry Jr.

Imagem da Marca é aquilo que a própria empresa, intencionalmente, quer transmitir ao seu público. É aquilo que é planejado, estudado e proposto. É a parte "controlável" do significado.

Já a Essência da Marca é aquilo que acontece na prática quando há o contato com o público e ele, então, passa a ser um cocriador, modificando o significado original pré-concebido.

A grande sacada do McDonald's foi reconhecer e se apropriar disso!

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COMERCIAL ◀ SOCIALO Instagram é uma ferramenta maravilhosa para negócios! Por ser uma rede social, permite conexões que ...
27/02/2020

COMERCIAL ◀ SOCIAL

O Instagram é uma ferramenta maravilhosa para negócios! Por ser uma rede social, permite conexões que de outra forma seriam bastante difíceis de acontecer. Não é raro ver pessoas que optam em ter uma conta aqui antes mesmo de ter um e-commerce ou algo mais formal (em alguns casos, até abrindo mão de uma loja online de fato).

No entanto, é muito comum ver perfis comerciais no Instagram que são puramente vitrines: uma sequência infindável de postagens anunciando os produtos daquela marca, como se estivéssemos em um local específico para isso, como o Mercado Livre ou a OLX.

Aqui vai uma opinião, um conselho:

É UM ERRO A FINALIDADE COMERCIAL SOBREPOR A SOCIAL!

Como assim, Kaiky?

O Instagram é uma ferramenta social. Esse é o seu propósito! “Nós aproximamos você das pessoas e coisas que ama”, a própria rede diz sobre si.

Sendo assim, embora as pessoas até possam procurar por produtos dentro do Insta, o seu maior propósito é a finalidade social, não comercial. Mesmo em contas "comerciais", a finalidade DENTRO DA REDE precisa ser social.

Aqui, as pessoas querem ver seus amigos, se entreter, adquirir algum tipo de conhecimento, ver coisas interessantes…

Pense nisso na hora de elaborar suas postagens, montar seu feed ou publicar algo 😉

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Mas Kaiky, o que mais devo fazer se não é recomendável apenas anunciar meus produtos?

Vou dar alguns exemplos pra quem está no Canal do Telegram! Se ainda não faz parte, corre pra lá! O link está na bio.






hoje foi dia de apresentar a proposta de marca da .bastiao ⚡tô feliz com esse trabalho e doido pra vê-lo implementado 😍v...
22/02/2020

hoje foi dia de apresentar a proposta de marca da .bastiao ⚡

tô feliz com esse trabalho e doido pra vê-lo implementado 😍

valeu pela confiança, amigos!
voa, Sê Bastião, voa!

Chamam alguém de ~ diferentão ~ quando essa pessoa tem gostos ou preferências bem particulares. O termo chega a ter um t...
19/02/2020

Chamam alguém de ~ diferentão ~ quando essa pessoa tem gostos ou preferências bem particulares. O termo chega a ter um tom pejorativo.

Mas quando falamos do universo das marcas, ser diferentão é uma necessidade! Afinal de contas, um símbolo gráfico [dentre outras coisas] serve justamente para diferenciar A de B 😎

Mas para além do visual, as marcas precisam se diferenciar como um todo. O termo "brand equity" nos ajuda nisso.

Ele é o valor que reflete a relação do público com determinada marca, como as pessoas pensam, sentem ou agem em relação a ela 🤔

Isso é f-u-n-d-a-m-e-n-t-a-l ! Se duas marcas não tem diferencial nenhum para o consumidor, então ele vai preferir aquela que lhe oferece o menor preço.

Inicia-se então uma guerra infindável na tentativa de cobrir o preço da concorrente. No fim das contas, o lucro se torna mínimo ou, dependendo do caso, inexistente! 😱






No que você pensa quando vê a segunda imagem? 🤔Em termos literais, não há nada escrito nela. Mas esse conjunto de caract...
13/02/2020

No que você pensa quando vê a segunda imagem? 🤔

Em termos literais, não há nada escrito nela. Mas esse conjunto de caracteres muito provavelmente foi associado a algum termo ou expressão. Certo?

Quando temos contato com uma marca, naturalmente elaboramos um conceito para ela. Fazemos associações de um conjunto de características para da a ela um significado especial, através da nossa percepção.

Isso não vale apenas para empresas ou negócios, mas para qualquer marca! Seja de uma ONG, uma igreja, um time de futebol, uma banda, um projeto interno de uma grande companhia... tudo!

Um "conceito" é a forma como diferenciamos algo de outra coisa. Do ponto de vista do marketing, do design, do posicionamento estratégico, isso é muito relevante!

Queremos que o público, que as pessoas que se deparam ou consomem nossa marca, tenham um conceito bem fundamentado e coerente a respeito dela, ou seja, tenham clareza que ela é "isso" e não "aquilo".

Nesse processo, o design é um dos elementos indispensáveis. Muito além de apenas "fazer algo bonitinho", ele é o responsável em traduzir visualmente o conceito da marca às pessoas. Faz isso através do uso de cores, símbolos, tipografia, diagramação, ilustrações e uma série de outros elementos.

Mas antes de entrar na parte visual, que é a ponta do iceberg, uma série de outras questões precisam estar claras e bem definidas. Um bom começo seria se perguntar:

Como eu quero que as pessoas categorizem minha marca? A quais termos elas precisam associá-la? Pense nisso!






TRÊS PERGUNTAS FUNDAMENTAIS! ⚠Para começar a falar sobre posicionamento de marca, existem três perguntas que parecem sim...
11/02/2020

TRÊS PERGUNTAS FUNDAMENTAIS! ⚠

Para começar a falar sobre posicionamento de marca, existem três perguntas que parecem simples, mas que são fundamentais para nortear as ações e a comunicação de qualquer projeto!

Embora aparentemente seja algo muito abstrato, ter a clareza dessas questões te ajudará a ter uma consciência muito maior sobre o planejamento, as ações e a comunicação da sua marca.

1. Saber quem é o público com o qual você deseja comunicar. Aqui, quanto mais detalhado, melhor! Podem entrar questões demográficas, psicográficas e comportamentais.

2. Saber quais metas, quais objetivos do seu público aquilo que você oferece ajudará a alcançar.

3. Por fim, saber porque ele deve escolher você e não outro. O que te diferencia? Essa pergunta é ESSENCIAL! Se você não tem consciência disso, imagina quem está "do lado de lá" 😉

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Segundo o relatório de 2018 do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI), o número de registros de marcas em ...
06/02/2020

Segundo o relatório de 2018 do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI), o número de registros de marcas em relação ao ano anterior aumentou em 55%, atingindo um total de 204.419. Isso é uma evidência de que cada vez mais existem novas marcas competindo no mercado.

Isso faz com que haja uma busca cada vez maior por vantagens competitivas que permitam as organizações se posicionarem na mente dos consumidores, trabalhando a partir de suas percepções, preferências ou valores.

Assim, o posicionamento estratégico é uma ferramenta que contribui no gerenciamento dessas percepções por parte das organizações e possibilita a diferenciação perante os concorrentes, proporcionando uma clara compreensão das vantagens e benefícios por parte do consumidor.

Uma das definições de posicionamento pode ser "a plataforma sobre a qual as empresas constroem suas marcas, criam estratégias de planejamento e ampliam o relacionamento com os clientes."

O posicionamento diz respeito à responder algumas perguntas básicas para que uma marca tenha clareza em suas ações. Saber o que ela faz, quais são os diferenciais na forma como ela faz, para quais clientes, em qual contexto geográfico ou mercadológico, por qual razão e em que momento.






04/02/2020

O termo "comunicação" pode ser definido como “a transferência, intencional ou não, de significado por meio de mensagens”, segundo Mark Batey.

Isso significa que toda e qualquer ação, imagem, som ou expressão comunica algo, mesmo que de forma inconsciente. Em relação às marcas não é diferente: tudo comunica algo, seja sua identidade visual, a forma como responde comentários no Instagram, um material promocional, a ambientação interna de um estabelecimento, a forma como um funcionário se porta, uma publicidade audiovisual...

Batey vai falar pra gente que “(...) da perspectiva da marca, tudo comunica. Embora normalmente pensamos na propaganda como a principal forma de comunicação, seria uma limitação muito grande deixar de perceber as diversas maneiras menos óbvias pelas quais uma marca se comunica com seus clientes.”

Então deve haver um esforço propositivo para que cada ponto de contato da marca, da organização, do projeto em questão, expresse seu DNA de forma coesa.

É necessário um processo no qual a conscientização da marca é desenvolvida e ampliada a fim de expressar as motivações que levem um consumidor a optar por ela, compreendendo-a não mais como apenas um sistema de códigos visuais, mas entendendo seu valor como um todo.
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PRODUTOS E SERVIÇOS COMPLEMENTARESQuantas vezes você já quis comprar um produto que estava em promoção em um site, mas a...
30/01/2020

PRODUTOS E SERVIÇOS COMPLEMENTARES

Quantas vezes você já quis comprar um produto que estava em promoção em um site, mas acabou desistindo porque o preço do frete era o mesmo preço do produto ou, dependendo, até mais caro?

Uma situação semelhante…

Quando eu e minha esposa fomos completar 1 ano de casamento, resolvemos fazer uma viagem para celebrar essa data especial. Não tínhamos um destino específico para ir. Resolvemos pesquisar as passagens e achar algum lugar que estive em promoção na data do aniversário.

Para nossa surpresa, as passagens para Buenos Aires estavam com ótimos preços e decidimos ir para lá. Na hora de organizar o orçamento, o preço do deslocamento cidade-aeroporto era o equivalente a 20% do preço das passagens! Ou seja, o custo para andar 60km de carro era proporcional a 800km de avião. Surreal!

O que eu quero dizer com isso é:

Um produto ou serviço, geralmente, não será consumido sozinho. Não bastaria apenas comprar as passagens. Nós também precisávamos de algo para nos levar até o aeroporto. Entende?

Isso é o chamado “serviço ou produto complementar”. São coisas que não estão diretamente relacionadas com a empresa ou área de atuação dela, mas que influenciam na compra de algo que ela oferece.

Como no exemplo que dei no início, uma empresa que vende camisetas não é do ramo de transporte e logística. Mas se não houver preocupação com isso, se não oferecer ao consumidor uma alternativa justa e adequada, as camisas não serão vendidas online.

E pro seu negócio? Quais sãos os produtos e serviços complementares? O que gera barreiras para os clientes consumirem o que você oferece?

Fala aí nos comentários ;)

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Toda aqui no meu Insta, com pequenas reflexões relacionando conceitos e noções de marketing.

Mas eu também tenho um canal no Telegram onde aprofundo nesse e outros assuntos. Entra lá! O link está na bio ;)

Certas mudanças parecem muito sutis ou, às vezes, até mesmo imperceptíveis quando acontecem em um período de tempo longo...
29/01/2020

Certas mudanças parecem muito sutis ou, às vezes, até mesmo imperceptíveis quando acontecem em um período de tempo longo.

Ter consciência delas, no entanto, nos permitirá atuar de forma mais precisa tendo em vista seus desdobramentos práticos.

A questão da conectividade é uma dessas. Embora algo normal para nós, algo com o qual já estamos acostumados e que faz parte do dia-a-dia de boa parte das pessoas, não nos atentamos para as implicações que isso traz nas relações de consumo e na percepção de uma marca por parte do público.

Esse post de hoje é um breve resumo disso.
Já parou para pensar sobre essas questões?






Esses dias uma pessoa me mandou uma mensagem dizendo que estava iniciando um projeto e queria saber a melhor forma de di...
24/01/2020

Esses dias uma pessoa me mandou uma mensagem dizendo que estava iniciando um projeto e queria saber a melhor forma de divulgá-lo. Por isso decidi escrever esse post, pra revelar O SEGREDO DO INSTAGRAM!

Se você tem uma marca, um projeto pessoal, presta serviços ou precisa divulgar seu trabalho, provavelmente já foi atrás de vídeos de pessoas ensinando truques ou coisas parecidas, não é mesmo?

Algum tempo atrás, por exemplo, fui em um workshop sobre mídias sociais a convite de um amigo. Em determinado momento, uma das palestrantes aconselhou as pessoas a postarem fotos em preto e branco.

São muitas as variáveis: preto e branco mesmo ou colorido? muito ou pouco saturado? cores vibrantes ou não? qual o melhor enquadramento? e o melhor filtro? efeitos para parecer foto antiga? reflexos de luz? plano aberto ou fechado?

O verdadeiro segredo do Instagram é...
DEPENDE!

E antes de explicar, já peço desculpas se você veio achando que eu lhe ensinaria um truque definitivo. Na verdade, se você leu até aqui por causa disso, esse texto é realmente pra você!

Não existe um jeito certo de postar imagens no Instagram. Obviamente que existem enquadramentos, tratamentos de cores ou cortes que são "tecnicamente" preferíveis do que outros.

Mas o que eu realmente quero dizer é que, para além das receitas prontas, o que realmente importa é entender o que você quer comunicar e, tendo consciência disso, buscar a melhor forma visual que expresse essa intenção.

Antes de buscar copiar formas ou estéticas que outros usam, tente entender o que faz sentido para o que você propõe. O que tem a ver com sua marca e que dialoga com seu público. 😘





Endereço

Goiás, GO

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