23/12/2025
2025 está chegando ao fim, e ao olhar para trás, uma coisa f**a muito clara:
foi o ano do reencontro.
Um reencontro comigo mesma e a arte fez arte disso.
Ao longo deste ano, a pintura voltou a ocupar espaço — dizendo o que palavras não davam conta.
O desenho voltou como gesto simples, quase silencioso, colocando ordem onde havia excesso de ideias.
E o teatro… o teatro chega para fechar com chave de ouro:
corpo, emoção, riso e verdade no mesmo espaço.
Na verdade a arte nunca saiu de mim — ela apenas aguardou o tempo certo, no meio de uma vida cheia, intensa e abundante.
2025 não foi sobre começar algo novo.
Foi sobre retomar algo essencial.
Algo que sempre fez parte de quem eu sou.
Estou encerrando o ano mais inteira, mais alinhada, mais verdadeira.
E profundamente grata por esse reencontro. 🎨🎭✨