WYSIWYG Portugal

WYSIWYG Portugal Comunicação • Imagem, • Marketing • Publicidade

Communication • Image • Marketing • A

A WYSIWYG - acrónimo de What You See Is What You Get * - é uma empresa ligada às Tecnologias de Informação e Comunicação, sediada em Coimbra e a funcionar desde 2015. Somos uma estrutura corporativa multifacetada, criativa e dinâmica, que aborda o produto de forma inovadora e desafiante.

* - Em português, "A empresa do nome esquisito".

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WYSIWYG - acronym for What You See Is What You Get* - is

an enterprise linked to Information, and Communication Technologies, headquartered in Coimbra and operating since 2015. We are a multi-faceted, creative and dynamic corporate structure, which approaches the product in an innovative and challenging way.

* - In plain Portuguese: “The firm with the odd name"

A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta - dona d...
10/05/2026

A organização pretende receber denúncias, investigar casos e mover ações judiciais contra empresas como X, Meta - dona do Facebook, Instagram e Whatsapp - e Google, com o objetivo de responsabilizar as plataformas pelos danos causados aos utilizadores.

A ex-diretora do Whatsapp no Brasil Daniela da Silva lançou a ONG CTRL+Z para denunciar as 'big techs' e mudar a relação de medo que, segundo afirmou à Lus...

Feliz Natal e bom Ano Ano!
24/12/2025

Feliz Natal e bom Ano Ano!

18/11/2025

A Cloudfare anunciou esta terça-feira, 18 de novembro, estar a investigar uma falha na sua rede global que provocou a 'queda' de vários clientes, como a re...

Microsoft fecha temporariamente escritório na primeira semana de janeiroA Microsoft Portugal vai fechar temporariamente ...
04/12/2021

Microsoft fecha temporariamente escritório na primeira semana de janeiro

A Microsoft Portugal vai fechar temporariamente o escritório na primeira semana de janeiro, período imposto de teletrabalho, enquanto a Zurich Portugal mantém o regime de teletrabalho e a NTT Data Portugal o modelo híbrido e flexível.

"A Microsoft manteve-se, ao longo dos últimos meses, em regime híbrido e flexível, privilegiando o trabalho remoto, mas permitindo aos colaboradores visitar o escritório quando necessário, respeitando medidas de segurança, designadamente: marcação de lugar, utilização de máscara em espaços comuns e salas de reunião, reforço de medidas de desinfeção e implementando políticas de distanciamento social", disse à Lusa fonte oficial, quanto questionada sobre o tema.

A tecnológica "mantém as medidas referidas para este período, fechando temporariamente o escritório entre 02 e 09 de janeiro de 2022, em cumprimento do determinado pelo executivo, que impôs o teletrabalho na chamada 'semana de contenção de contactos'", salienta a mesma fonte.

"Os colaboradores da Microsoft estão inteiramente capacitados para a execução das suas funções de forma remota e flexível, pelo que priorizamos o bem-estar e a segurança de todos, cumprindo cabalmente as recomendações do Governo de Portugal", rematou.

No caso da Zurich Portugal, o diretor de recursos humanos, Nuno Oliveira, adiantou que grande parte dos "500 colaboradores estão em teletrabalho desde março de 2020, antes mesmo da covid-19 ser reconhecida como pandemia pela Organização Mundial de Saúde, e assim se vão manter".

Esta foi a forma "que encontrámos para manter as nossas pessoas protegidas e também um dos nossos contributos para a contenção dos contágios por covid-19" e o que "fizemos ao longo destes quase dois anos foi garantir estruturas de suporte que ajudassem a criar as condições essenciais de trabalho na casa de cada um dos nossos colaboradores, o que envolveu disponibilizarmos material de escritório, equipamento informático, entre outras medidas diversas", acrescentou.

Além disso, "porque nos comprometemos com a saúde mental e bem-estar dos nossos colaboradores, ao longo deste período temos desenvolvido várias iniciativas, desde eventos virtuais internos para que as equipas possam estar juntas, 'workshops' que vão desde aulas de culinária a ergonomia em casa, sessões de meditação e, entre muitas outras, sessões de ginástica funcional", exemplificou.

Para o ano, "quando a pandemia permitir, regressaremos aos escritórios com um modelo de trabalho híbrido e uma recomendação geral de estarmos, em média, dois dias por semana no escritório e três dias em casa, privilegiando alguma flexibilidade".

O responsável adianta que atualmente estão a transformar o edifício sede em Lisboa com o objetivo de o adaptar ao seu modelo de trabalho híbrido.

"Esta nova realidade do modelo híbrido e do escritório reabilitado, baseada nas práticas mais avançadas de sustentabilidade, digitalização, mobilidade e diversidade e inclusão, vai permitir-nos melhorar a experiência e bem-estar das nossas pessoas, ao mesmo tempo que diminuímos a nossa pegada carbónica organizacional e, assim, contribuímos para o desenvolvimento sustentável do planeta", referiu.

Sobre o mesmo tema, fonte oficial da NTT Data Portugal salientou que a empresa "tem estabelecido um modelo de trabalho flexível, híbrido e dinâmico, assente na confiança e responsabilidade de cada um, pelo que não se antecipam alterações de maior com as recentes medidas anunciadas para controlar a pandemia".

Isto devido à natureza do modelo, "que nos permite facilmente adequar o trabalho às circunstâncias do momento. A nossa prioridade continuam a ser os colaboradores e o seu bem-estar, pelo que vamos acompanhar as determinações das autoridades e adequar o modelo de trabalho sempre que for necessário", concluiu a mesma fonte.

Ao fim de oito anos presente em Portugal, a empresa Spotify, a mais popular plataforma de 'streaming' de música, reconhe...
02/12/2021

Ao fim de oito anos presente em Portugal, a empresa Spotify, a mais popular plataforma de 'streaming' de música, reconhece que só agora está a explorar as particularidades do mercado português e a celebrar os artistas locais.

"Estamos nesse processo de perceber qual é a imagem que queremos ter e como nos apresentarmos, explicar como trabalhamos e tentar encontrar um caminho no meio".(...) 2021 pode ser designado o ano em que nós começámos a abraçar o conteúdo local", afirmou a responsável pelo Spotify no Sul da Europa, Melanie Parejo, em entrevista à agência Lusa.

O Spotify, fundado em 2008 na Suécia, está presente em mais de 180 países e territórios, conta mensalmente com 381 milhões de utilizadores ativos, dos quais 172 milhões pagam por uma subscrição.

A plataforma começou por permitir a escuta de música, mas atualmente congrega ainda 'podcasts', somando cerca de 70 milhões de faixas que podem ser escutadas em computadores, telemóveis e outros dispositivos com acesso à Internet.

Sobre a presença do Spotify no mercado nacional, quantos portugueses têm conta na plataforma, quantos pagam pelo serviço, Melanie Parejo diz que a empresa habitualmente não disponibiliza dados desagregados por cada território.

A mesma política de proteção de informação é aplicada a detalhes sobre tipos de consumos da plataforma em Portugal, que permitam traçar um perfil mais exacto de quem o utiliza, embora o Spotify divulgue anualmente, em dezembro, as listas dos artistas mais escutados global e em cada país onde está presente.

Este ano, por exemplo, os artistas mais escutados em Portugal no Spotify foram os canadianos Drake, The Weeknd e Justin Bieber, a cantora norte-americana Billie Eilish e o rapper norte-americano Travis Scott.

As três músicas mais ouvidas pelos utilizadores portugueses foram "Montero (Call me by your name)", de Lil Nas X, "Drivers License", de Olivia Rodrigo, e "Disco Arranhado - Funk Remix", da cantora brasileira Malu.

Entre as cinco mais ouvidas está apenas uma música portuguesa, "Borboletas", do rapper Gama WNTD.

Se se olhar para os álbuns mais escutados naquela plataforma ao longo de 2021, em Portugal, a lista é liderada por "Sour", de Olivia Rodrigo, seguindo-se "Future nostalgia", de Dua Lipa, e "Shoot for the stars, aim for the moon", de Pop Smoke. O quarto álbum mais escutado pelos portugueses foi "Ngana Zambi", dos portugueses Wet Bed Gang.

A rubrica diária "Extremamente desagradável", de Joana Marques, na Rádio Renascença, lidera o top dos 'podcasts' mais ouvidos no Spotify.

O consumo em Portugal não difere muito do que aconteceu globalmente este ano na plataforma: os utilizadores ouviram sobretudo Bad Bunny, Taylor Swift, BTS, Drake e Justin Bieber.

A presença de Gama WNTD e Wet Bed Gang entre os artistas mais escutados pelos portugueses representa uma das tendências na música portuguesa identificada pelo Spotify, quando em setembro divulgou a existência de 'playlists' dedicadas ao "rap tuga".

Melanie Parejo está à frente do Spotify Sul da Europa - incluindo Portugal - desde outubro de 2019, o que significa que teve pela frente uma pandemia, com grande impacto na indústria da música e nos consumos domésticos.

"O Spotify cresceu de forma consistente em todos os territórios. Teve um crescimento rápido. A pandemia obrigou-nos a ficar em casa e pudemos ver que os hábitos se alteraram", disse à Lusa.

Em Portugal, mesmo à distância das equipas locais, a responsável espanhola elencou algumas iniciativas que conseguiu desenvolver para os utilizadores no país, nomeadamente campanhas de promoção de artistas, como aconteceu com Julinho KSD, ou a inclusão de artistas mulheres, como Nenny e Dulce Pontes, no programa "Equal", de promoção da igualdade de género.

"Entrámos um bocadinho tímidos no mercado e a celebrar os artistas locais. Estamos ainda a explorar as particularidades do mercado português. Sabemos que a rádio é importante, a presença da televisão paga é muito interessante, e precisamos de perceber este tipo de público, que tem esta tendência para pagar pela Cultura, e que é muito interessante", disse Melanie Parejo.

Sendo responsável pelo Spotify em Portugal, Espanha, Itália, Grécia, Turquia e Israel, Melanie Parejo sustenta o trabalho na coordenação de equipas locais em cada um destes países.

São essas equipas que, localmente, se relacionam com as editoras, com as distribuidoras, com os artistas, com os agentes, e que ajudam a tomar as decisões sobre o que oferecer ao consumidor da plataforma.

"É sempre um desafio, em qualquer mercado, dialogar com os independentes e com os mais pequenos, porque há sempre artistas novos a surgir todos os dias. Por isso é que temos equipas locais para sentir o pulso", explicou à Lusa, embora não tenha adiantado com quantas pessoas trabalha no contexto português.

Questionada sobre os desequilíbrios de visibilidade e remunerações entre artistas de pequenas editoras e outros sustentados em multinacionais, Melanie Parejo reparte responsabilidades com outros agentes da indústria musical.

"Nem todo o artista tem o mesmo contrato com as suas editoras e distribuidoras. Julgo que não há falta de informação da parte dos artistas. Penso que nem todos os artistas assinam o mesmo tipo de contrato, uns têm mais visibilidade do que outros e todos temos de compreender o papel que temos no processo", disse.

Melanie Parejo diz que a empresa tem feito esforços para "explicar com mais transparência como é feito o pagamento aos artistas, quem é intermediário, o que acontece entre o momento em que se carrega no 'play' até ao momento em que o dinheiro chega aos artistas".

No seu entender, um artista tem de estar presente em todas as plataformas possíveis, "tem de saber onde está o seu público e tem de estar muito atento para onde é que ele vai, se prefere um serviço ou não".

Atualmente, Melanie Parejo considera que as plataformas de 'streaming', e em particular o Spotify, são elementos cruciais no ecossistema da música.

"A palavra disrupção deve ser agora o equivalente a inovação. Trazer mais histórias, mais formas de vivenciar a música, dar mais poder ao utilizador, tê-lo a personalizar o mais possível. Pode ser disruptiva a experiência enquanto utilizador", considerou, na entrevista à Lusa.

Sobre o futuro destas plataformas, Melanie Parejo aponta o foco para aos adolescentes, que "têm sido uma força motriz em praticamente tudo na Cultura".

"A forma como consomem música é completamente diferente. Eles criam êxitos virais, aos quais precisamos mesmo de prestar atenção, porque eles descobrem-nos e por vezes nem são novidades. Acho que vamos continuar a ver uma tendência de uma audiência muito jovem que está a criar o seu próprio ecossistema. Eles são tão imparciais, agnósticos!", exclamou.

WhatsApp multada em 225 ME pela Irlanda por violar proteção de dadosA Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) inf...
02/09/2021

WhatsApp multada em 225 ME pela Irlanda por violar proteção de dados

A Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) informou hoje ter aplicado uma multa à WhatsApp Ireland de 225 milhões de euros por infringir as leis da proteção de dados, a mais elevada que já aplicou.

A multa é a segunda mais alta imposta na União Europeia, depois de a Comissão Nacional da Proteção de Dados (CNPD) do Luxemburgo ter multado a Amazon, em julho passado, em 746 milhões de euros.

Ambas as multas estão relacionadas com o incumprimento das normas de privacidade europeias estabelecidas no Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGDP).

A investigação da DPC sobre a WhatsApp Ireland, que começou há três anos, examinou se a aplicação de mensagens, propriedade da rede social Facebook, atuou com transparência quando informou os utilizadores e não utilizadores sobre o cumprimento das normas do RGDP.

Nesse sentido, a comissão irlandesa analisou se o WhatsApp oferecia informação transparente sobre a sua gestão de dados pessoais de utilizadores na aplicação e em outras companhias propriedade do Facebook, cuja base de operações europeias está em Dublín.

A WhatsApp Ireland emitiu hoje um comunicado, qualificando a multa de "totalmente desproporcionada" e anunciando que vai recorrer da sentença.

A comissão irlandesa já apresentou uma decisão preliminar sobre esta questão a várias entidades reguladoras comunitárias, em dezembro passado, na qual aplicou uma multa de 50 milhões de euros, mas oito destas entidades rejeitaram as conclusões e pediram o aumento do montante e o Comité Europeu de Proteção de Dados (EDPB, sigla em inglês) ordenou à DPC que subisse a multa inicial.

“Além da imposição de multa administrativa, a DPC incluiu uma repreensão junto com uma ordem para o WhatsApp adequar os seus processos à regulamentação, com a adoção de diversas medidas corretivas específicas”, explicou a comissão no comunicado da sua sentença.

De acordo com especialistas, contactados pela agência espanhola Efe, a empresa de tecnologia pode entrar com um recurso no Supremo Tribunal da Irlanda ou no Tribunal de Justiça Europeu, onde questionará o valor da multa.

De acordo com a regulamentação comunitária, as penalizações por incumprimento são de 20 milhões de euros ou até 4% do volume de negócios da empresa no ano anterior.

Apple vai usar tecnologia para procurar imagens de abuso sexual nos iPhonesA Apple apresentou planos para examinar iPhon...
06/08/2021

Apple vai usar tecnologia para procurar imagens de abuso sexual nos iPhones

A Apple apresentou planos para examinar iPhones nos EUA, em busca de imagens de abuso sexual de crianças, o que suscitou aplausos dos defensores destas e preocupações pela eventual utilização por governos que desejem controlar os seus cidadãos.

A Apple informou que a sua aplicação de mensagens vai passar a ter capacidade de identificar a avisar sobre conteúdos sensíveis, sem possibilitar à empresa a leitura das comunicações privadas.

O instrumento, que a Apple designou como ‘neuralMatch’, vai detetar imagens conhecidas de abuso sexual de crianças, sem desencriptar as mensagens das pessoas. Se for encontrada uma correspondência, a imagem vai ser vista por uma pessoa, que pode notificar a polícia se for necessário.

Mas investigadores contrapuseram que o instrumento pode ser usado para outros objetivos, como vigilância governamental de dissidentes ou contestatários.

Matthew Green, da Universidade Johns Hopkins, um dos principais investigadores em criptografia, manifestou-se preocupado com a possibilidade de utilização deste instrumento para controlar pessoas inocentes, enviando-lhes imagens banais, mas desenhadas para parecerem pornografia infantil, enganando o algoritmo da Apple levando ao alerta das forças policiais – essencialmente controlando as pessoas. “Os investigadores têm sido capazes de fazer isso facilmente”, disse.

As empresas tecnológicas, como Microsoft, Google e Facebook, têm partilhado ao longo de anos ‘listas negras’ de imagens conhecidas de abuso sexual de crianças. A Apple tem também estado a inspecionar ficheiros guardados no seu serviço iCloud, que não está tão seguramente encriptado como as suas mensagens, em busca desse tipo de imagens.

A empresa tem estado sob pressão de governos e polícias para autorizar a vigilância de informação encriptada.

Avançar com estas medidas de segurança vai exigir à Apple um equilíbrio delicado entre atacar a exploração das crianças e manter o seu compromisso com a proteção da privacidade dos seus utilizadores.

A Apple acredita que vai conseguir esta compatibilização com a tecnologia que desenvolveu em consulta com vários criptógrafos proeminentes, como Dan Boneh, docente na Universidade de Stanford, cujo trabalho neste campo lhe valeu um Turing Award, muitas vezes considerado a versão do Prémio Nobel na área da tecnologia.

O cientista da computação, que há mais de uma década inventou a PhotoDNA, a tecnologia usada pela polícia para identificar pornografia infantil em linha, reconheceu o potencial para o abuso do sistema da Apple, mas contrapôs que é mais do que compensado pelo imperativo de combater o abuso sexual de crianças.

“É possível? Com certeza. Mas é alguma coisa que me preocupe? Não”, disse Hany Farid, investigador na Universidade da Califórnia, em Berkeley, que argumenta que existem muitos outros programas concebidos para proteger os aparelhos de várias ameaças. Por exemplo, a WhatsApp disponibiliza aos seus utilizadores uma encriptação total para proteger a sua privacidade, mas usa um sistema de deteção de programas maliciosos e avisa os utilizadores para não abrirem ligações suspeitas.

A Apple foi uma das primeiras principais empresas a aderir à encriptação ‘de-ponta-a-ponta’, na qual as mensagens apenas podem ser lidas por quem as envia e quem recebe. Porém, há muito que as polícias pressionam para ceder a essa informação, de forma a investigar crimes como terrorismo ou exploração sexual de crianças.

“O aumento da proteção das crianças pela Apple é uma mudança de jogo”, disse o presidente Centro Nacional para as Crianças Desaparecidas e Abusadas, John Clark, em comunicado. “Com tantas pessoas a usarem os produtos da Apple, estas novas medidas de segurança têm o potencial de salvar vidas de crianças”, acentuou.

A presidente da Thorn, Julia Cordua, considerou que a tecnologia da Apple pondera “a necessidade de privacidade com a segurança digital das crianças”. A Thorn, uma organização sem fins lucrativos, fundada por Demi Moore e Ashton Kutcher, usa a tecnologia para ajudar a proteger as crianças dos abusos se***is.

Rússia multa Google por violar regras de armazenamento de dados pessoaisUm tribunal de Moscovo condenou hoje a Google a ...
30/07/2021

Rússia multa Google por violar regras de armazenamento de dados pessoais

Um tribunal de Moscovo condenou hoje a Google a pagar uma multa de três milhões de rublos (cerca de 35 mil euros) por se recusar a armazenar dados de utilizadores russos em servidores da Internet na Rússia.

A multa é a primeira sanção aplicada à Google na Rússia por violação de regulamentações sobre armazenamento de dados, depois de as empresas que gerem as redes sociais Facebook e Twitter terem cindo multadas por acusações semelhantes.

Os esforços do Governo russo para controlar o uso da Internet e das redes sociais datam de 2012, quando uma lei passou a permitir às autoridades colocar utilizadores numa lista negra e bloquear conteúdos ‘online’.

Uma disposição legal exige também que as empresas de tecnologia mantenham servidores na Rússia para armazenar informações pessoais de cidadãos russos.

O organismo regulador das comunicações da Rússia, Roskomnadzor, tentou obrigar, sem sucesso e ao longo de vários anos, as grandes empresas de tecnologia como Facebook, Twitter e Google a transferir os dados de utilizadores russos para a Rússia.

A lei permite que os serviços ‘online’ que não cumpram os requisitos de armazenamento de dados sejam banidos da Rússia e o Governo russo ameaçou repetidamente Facebook e Twitter, mas nunca tinha utilizado proibições diretas, provavelmente temendo que a mudança gerasse indignação pública.

Até agora, as autoridades apenas baniram o LinkedIn por não armazenar dados de utilizadores na Rússia.

A pressão sobre as principais plataformas de redes sociais aumentou este ano, depois de as autoridades russas as terem criticado por serem usadas para mobilizar dezenas de milhares de pessoas para as ruas para exigir a libertação do líder da oposição russo Alexei Navalny, o crítico mais conhecido do Presidente Vladimir Putin.

As autoridades alegaram que as plataformas de redes sociais não conseguiram remover os apelos para que crianças se juntassem aos protestos, e Putin pediu à polícia para vigiar com mais firmeza as plataformas ‘online’ e para rastrear aqueles que atraem crianças para "ações de rua ilegais e não sancionadas"

Facebook anuncia duplicação de lucros no 2.º trimestre para 10,4 mil milhões de dólaresA empresa  Facebook anunciou na q...
29/07/2021

Facebook anuncia duplicação de lucros no 2.º trimestre para 10,4 mil milhões de dólares

A empresa Facebook anunciou na quarta-feira, 28 de julho, que duplicou, em termos homólogos, o seu lucro no segundo trimestre, para 10,4 mil milhões de dólares (8,8 mil milhões de euros), graças ao preço elevado da publicidade na internet durante a pandemia.

Aquele resultado assentou num volume de negócios de 29 mil milhões de dólares.

Mas a empresa californiana também avisou, na sua comunicação bolsista sobre os resultados trimestrais, que o seu crescimento ia “diminuir modestamente” no segundo semestre, devido nomeadamente às novas regras da Apple para a publicidade, e o seu título estava a evoluir em baixa, ente três e quatro por cento, depois do fecho de Wall Street.

“O crescimento das receitas publicitárias no segundo trimestre foi alimentado por um amento em 47% do preço médio das publicidades e uma subida em seis por cento da quantidade de anúncios divulgados”, especificou, no seu texto.

Esta tendência vai continuar no resto do ano, mas a Facebook prevê uma desaceleração, ligada a “mudanças regulamentares e técnicas”.

A Apple impôs recentemente aos editores de aplicações que obtivessem a permissão das pessoas antes de guardarem os dados destas, para desespero das empresas cujo modelo económico repousa na publicidade finamente orientada, em função dos gostos e hábitos dos consumidores – como a Facebook.

“Pensamos que a chegada do iOS (o sistema de exploração móvel da Apple) vai ter um impacto mais pronunciado no terceiro trimestre”, estimaram os dirigentes do conglomerado de redes sociais.

Com referência a 30 de junho, cerca de 3,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo, mais 12% do que há um ano, frequentavam pelo menos uma das quatro redes e aplicações e mensagens do grupo - Facebook, Instagram, WhatsApp e Messenger.

Quatro das maiores plataformas de Internet, Facebook, Google, TikTok e Twitter, comprometeram-se hoje em tomar uma série...
04/07/2021

Quatro das maiores plataformas de Internet, Facebook, Google, TikTok e Twitter, comprometeram-se hoje em tomar uma série de medidas para combater a “pandemia de abusos ‘online’" contra mulheres e raparigas.

Os compromissos vão ser formalmente anunciados esta tarde durante o Fórum de Igualdade de Geração das Nações Unidas, em Paris, após uma iniciativa liderada pela Web Foundation, reunindo especialistas de empresas de tecnologia, governo, sociedade civil e mulheres vítimas de intimidação na Internet de 35 países.

A ativista moçambicana Graça Machel é uma das centenas de mulheres signatárias de uma carta exortando os responsáveis destas empresas a concretizar as promessas feitas, juntamente com as atrizes Emma Watson, Ashley Judd e Thandiwe Newton, as políticas Michelle Bachelet e Mary Robinson, a cantora Annie Lenox e a antiga tenista Billie Jean King, entre outras.

Na carta, condenam esta "pandemia de abusos 'online' contra mulheres e raparigas” que consideram "uma das maiores barreiras à igualdade de género”, discriminando sobretudo mulheres não brancas ou da comunidade LGBTQ+.

"A escala do problema é enorme: 38% das mulheres em todo o mundo já sofreram diretamente assédios 'online'. Esse número sobe para 45% para as gerações Z e Y” [nascidas desde os anos 1981 e 2012], afirmam, alertando para “consequências devastadoras".

Como prioridades, identificam a necessidade de dar maior controlo aos utilizadores das plataformas sobre quem pode interagir com eles nas redes sociais e melhores sistemas para a denúncia de práticas de assédio.

Para a diretora de questões políticas da Web Foundation, Azmina Dhrodia, muitas mulheres são "perseguidas, atacadas e, posteriormente, silenciadas” na Internet, mas, juntas, Facebook, Google, TikTok e Twitter podem "melhorar as experiências online de centenas de milhões de mulheres e meninas”.

A organização não-governamental Web Foundation foi fundada pelo chamado “inventor” da Internet, o cientista britânico Tim Berners Lee.

foto: Oglobo.com

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