15/05/2026
🤖 Casa cheia e vários 𝗔𝗴𝗲𝗻𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝗜𝗔 𝗲𝗺 𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼: foi assim o evento da Quidgest, no passado dia 13 de maio.
João Paulo Carvalho abriu com a visão da Quidgest para a próxima geração de agentes de IA: menos demonstrações isoladas, mais engenharia, regras de negócio e contexto operacional real. Foi também apresentada a framework ACE (Agent Capability Enablement), desenvolvida para criar uma camada transversal de agentes integrados nas aplicações, prontos a evoluir com as e alinhados com os processos reais das organizações.
Com apresentação de João Ferro, seguiram-se as demonstrações:
👥 Hugo Miguel Ribeiro mostrou agentes de IA em para geração automática de descrições de funções e suporte direto a colaboradores, de modo a otimizar comunicação interna e administrativa.
🏛️ Jose Fonseca falou da Gestão de Património e Ativos: consulta de inventários complexos em linguagem natural, preenchimento automático de fichas e extração de reports sobre o estado e manutenção de bens.
💰 Inês Lourenço focou-se na dos processos financeiros: faturas, reconciliação bancária assistida e análises preditivas de fluxos de caixa que libertam as equipas de tarefas repetitivas.
🔍 Maria Queluz Palma explorou a regulatória no : deteção de anomalias e monitorização de padrões de risco em real, garantindo o cumprimento de normas complexas no setor bancário.
🏥 Tomás Branco Vicente falou de gestão eficiente de escalas e recursos, apoio à triagem e análise de dados de , com foco na melhoria do percurso do paciente e na redução da carga burocrática.
📊 Isabel Ferreira inicidiu na Gestão de Informação: acesso rápido a , síntese de relatórios complexos e apoio à decisão estratégica com base em informação atualizada e contextualizada.
♻️ Já Inês Nunes abordou os agentes de IA ao serviço da conformidade ambiental e da monitorização de fluxos de resíduos em tempo real.
🎯 Afonso Maria Picão Carvalho focou-se na estratégia organizacional: IA aplicada ao Balanced Scorecard para definição de objetivos, KPI e metas, com alinhamento em tempo real entre a visão da empresa e a execução operacional.
Na sessão de síntese, Jorge Marques Silva apresentou a visão global da IA no : um único "cérebro" centralizado que alimenta todas as aplicações de negócio, com liberdade total para trocar de com um clique, sem custos de re-desenvolvimento e com controlo total sobre segurança e regras de .
O encerramento coube a António Guedes de Amorim, que reforçou: a proposta da Quidgest foca-se na transformação integral de processos através de agentes seguros e transversais, desenhados para uma adoção imediata.
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